plasmaférese
Do grego 'plasma' (forma, substância moldada) e 'aphairesis' (remoção).
Origem
Deriva do grego 'plasma' (πλάσμα), referindo-se à parte líquida do sangue, e 'aphairesis' (αφαίρεσις), que significa remoção ou retirada. A junção dos termos descreve o ato de remover o plasma.
Primeiro registro
O termo 'plasmaférese' (ou 'plasmapheresis' em inglês) começa a aparecer em publicações médicas e científicas internacionais a partir da década de 1950, com o desenvolvimento de equipamentos para separação de componentes sanguíneos. Sua entrada no português brasileiro acompanha essa tendência.
Comparações culturais
Inglês: 'plasmapheresis'. Espanhol: 'plasmaféresis'. O termo é amplamente internacionalizado na comunidade científica médica, mantendo a mesma raiz etimológica e significado em diversas línguas.
Relevância atual
A plasmaférese é um procedimento médico estabelecido e relevante para o tratamento de diversas doenças autoimunes, neurológicas e renais, como a síndrome de Guillain-Barré, miastenia gravis e certas glomerulonefrites. Sua relevância reside na capacidade de remover anticorpos ou outras substâncias patogênicas do sangue do paciente.
Origem Etimológica
Século XX — Formada a partir do grego 'plasma' (substância moldável, fluido vital) e 'aphairesis' (remoção, retirada).
Entrada na Língua Portuguesa
Meados do século XX — O termo surge no vocabulário médico e científico, com a disseminação de técnicas de aférese.
Uso Contemporâneo
Atualidade — Termo técnico-científico consolidado na área da medicina, especialmente em hematologia e nefrologia, com uso restrito a profissionais e pacientes.
Do grego 'plasma' (forma, substância moldada) e 'aphairesis' (remoção).