poliatômico
Do grego 'poly-' (muitos) + 'atomos' (indivisível).
Origem
Do grego 'poly' (muitos) e 'atomos' (indivisível). O termo 'átomo' em si, embora de origem grega, foi redefinido com o avanço da ciência, e 'poliatômico' surge para descrever estruturas moleculares mais complexas.
Mudanças de sentido
Originalmente e predominantemente um termo técnico para descrever a composição molecular de substâncias químicas. Não apresentou mudanças significativas de sentido, mantendo sua conotação estritamente científica.
A palavra 'poliatômico' manteve seu sentido técnico ao longo do tempo, sem migrar para o uso coloquial ou adquirir conotações figuradas. Sua evolução está ligada ao avanço da ciência e à necessidade de descrever com precisão a estrutura molecular.
Primeiro registro
Registros em livros didáticos de química e física, artigos científicos e traduções de obras estrangeiras para o português brasileiro. (Referência: 4_lista_exaustiva_portugues.txt - Palavra formal/dicionarizada)
Comparações culturais
Inglês: 'polyatomic' - termo técnico idêntico em origem e uso. Espanhol: 'poliatómico' - termo técnico idêntico em origem e uso. Francês: 'polyatomique' - termo técnico idêntico em origem e uso. Alemão: 'polyatomar' - termo técnico idêntico em origem e uso.
Relevância atual
A palavra 'poliatômico' mantém sua relevância no campo da educação científica e pesquisa em química e física no Brasil. É um termo fundamental para a compreensão da estrutura molecular e das propriedades das substâncias.
Origem Etimológica
Deriva do grego 'poly' (muitos) e 'atomos' (indivisível), cunhada no contexto da química e física para descrever moléculas compostas por múltiplos átomos.
Entrada e Consolidação no Português Brasileiro
A palavra 'poliatômico' entrou no vocabulário científico e acadêmico do português brasileiro no final do século XIX ou início do século XX, acompanhando o desenvolvimento da química moderna e a tradução de termos técnicos internacionais.
Uso Contemporâneo
Atualmente, 'poliatômico' é um termo técnico formal, utilizado predominantemente em contextos acadêmicos, científicos e educacionais, especialmente em química e física, para descrever substâncias com moléculas compostas por vários átomos.
Do grego 'poly-' (muitos) + 'atomos' (indivisível).