praticabilidade
Derivado de 'praticável' + sufixo '-idade'.
Origem
Formada no português a partir do adjetivo 'praticável' (do latim 'practicabilis') acrescido do sufixo abstrato '-bilidade'. O radical 'practicare' (fazer, praticar) é a base.
Mudanças de sentido
O sentido central de 'qualidade do que é praticável' ou 'exequibilidade' permaneceu estável, sem grandes ressignificações ou desvios semânticos notáveis.
A palavra é predominantemente formal e técnica, focada na avaliação objetiva da possibilidade de realização de algo, em contraste com termos mais subjetivos ou emocionais.
Primeiro registro
Registros em dicionários e textos acadêmicos da época indicam o uso da palavra para descrever a viabilidade de métodos e processos.
Momentos culturais
Frequentemente utilizada em debates sobre planejamento urbano, desenvolvimento econômico e implementação de políticas públicas, onde a 'praticabilidade' era um critério chave.
Comparações culturais
Inglês: 'practicability' ou 'feasibility', com sentido similar de viabilidade e exequibilidade. Espanhol: 'practicabilidad' ou 'factibilidad', também referindo-se à qualidade de ser praticável ou realizável.
Relevância atual
A palavra 'praticabilidade' continua sendo um termo técnico essencial em áreas como gestão de projetos, engenharia, direito e administração pública, avaliando a viabilidade de planos e ações.
Origem e Formação
Século XIX - Formada a partir do adjetivo 'praticável' (suscetível de ser praticado, realizável) com o sufixo '-bilidade', que indica qualidade ou estado. Deriva do latim 'practicare' (praticar, fazer).
Consolidação e Uso
Século XX - A palavra ganha espaço em contextos técnicos, de engenharia, administração e planejamento, referindo-se à viabilidade de projetos e ideias.
Uso Contemporâneo
Atualidade - Mantém seu sentido formal, sendo comum em documentos, relatórios e discussões sobre a exequibilidade de ações, políticas e empreendimentos.
Derivado de 'praticável' + sufixo '-idade'.