presenteísmo

Formado pelo latim 'praesens' (presente) e o sufixo '-ismo', indicando condição ou estado.

Origem

Século XX

Formada a partir do latim 'praesens' (presente) e do sufixo '-ismo', indicando um estado ou condição. O termo é um calque do inglês 'presenteeism', que surgiu para descrever a presença física no trabalho sem a devida produtividade.

Mudanças de sentido

Início do Século XXI

Inicialmente, o termo era restrito a discussões acadêmicas e de gestão. Com o tempo, passou a ser compreendido como um problema de saúde ocupacional e de gestão de recursos humanos, com implicações diretas na produtividade e no bem-estar dos funcionários.

O sentido evoluiu de uma simples observação de presença física para a análise das causas subjacentes, como estresse, doenças crônicas, desmotivação e sobrecarga de trabalho, que levam à baixa performance mesmo com o indivíduo fisicamente no posto de trabalho.

Primeiro registro

Final do Século XX - Início do Século XXI

Os primeiros registros do uso de 'presenteísmo' no Brasil aparecem em publicações acadêmicas e artigos de revistas especializadas em gestão e recursos humanos, refletindo a adoção do conceito a partir de estudos internacionais.

Momentos culturais

Anos 2010 - Atualidade

O conceito ganhou destaque com a crescente preocupação com a saúde mental no ambiente de trabalho, impulsionada por debates sobre burnout e qualidade de vida. Tornou-se tema recorrente em palestras, workshops e publicações sobre o futuro do trabalho.

Conflitos sociais

Atualidade

O presenteísmo pode gerar conflitos entre empregadores, que buscam maximizar a produtividade, e empregados, que podem se sentir pressionados a trabalhar mesmo doentes ou desmotivados, gerando um ambiente de trabalho tóxico e desumanizado.

Vida emocional

Atualidade

A palavra carrega um peso negativo, associado à ineficiência, ao sofrimento silencioso do trabalhador e à falha na gestão. Evoca sentimentos de frustração, exaustão e desvalorização.

Vida digital

Anos 2010 - Atualidade

O termo é frequentemente buscado em plataformas online por profissionais de RH, gestores e trabalhadores interessados em entender e combater o fenômeno. Artigos, vídeos e discussões em redes sociais abordam suas causas e consequências.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'Presenteeism' é o termo original e amplamente utilizado em países de língua inglesa, com o mesmo significado. Espanhol: 'Presentismo' é o termo equivalente, também derivado do inglês e com uso similar em contextos corporativos e acadêmicos. Outros idiomas: Conceitos análogos existem em diversas línguas, refletindo a universalidade do fenômeno no mundo do trabalho moderno.

Relevância atual

Atualidade

O presenteísmo é um tema de alta relevância no cenário corporativo brasileiro, especialmente após a pandemia de COVID-19, que trouxe novas dinâmicas ao trabalho remoto e híbrido. A discussão sobre como garantir a produtividade sem sacrificar o bem-estar dos colaboradores é central para a sustentabilidade das organizações.

Origem Etimológica

Deriva do latim 'praesens', significando 'estar presente', com o sufixo '-ismo' indicando doutrina, estado ou condição. A formação da palavra em português remonta ao século XX, possivelmente influenciada pelo termo em inglês 'presenteeism'.

Entrada na Língua Portuguesa

A palavra 'presenteísmo' começou a circular no Brasil, especialmente em contextos corporativos e acadêmicos, a partir das últimas décadas do século XX e início do século XXI, ganhando maior visibilidade com a expansão dos estudos sobre gestão de pessoas e saúde ocupacional.

Uso Contemporâneo

Atualmente, 'presenteísmo' é um termo amplamente utilizado em discussões sobre produtividade, bem-estar no trabalho, absenteísmo e saúde mental. É reconhecido como um fenômeno que afeta a eficiência e a qualidade do ambiente de trabalho.

presenteísmo

Formado pelo latim 'praesens' (presente) e o sufixo '-ismo', indicando condição ou estado.

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