queratose
Do grego 'keras' (chifre, queratina) + '-osis' (condição, doença).
Origem
Do grego 'keras' (chifre) e 'osis' (condição ou doença). Refere-se a uma condição patológica da pele ligada à queratina.
Mudanças de sentido
O sentido da palavra permaneceu estritamente técnico e médico, sem grandes ressignificações populares ou coloquiais.
Diferente de termos que ganham conotações sociais ou emocionais, 'queratose' manteve seu significado preciso no campo da medicina, descrevendo um processo fisiopatológico específico.
Primeiro registro
Presume-se que os primeiros registros em português datem do século XIX, com a disseminação de tratados médicos e a formalização da dermatologia. (corpus_dicionarios_medicos_portugues)
Comparações culturais
Inglês: 'keratosis'. Espanhol: 'queratosis'. Ambos os idiomas utilizam termos derivados do grego com o mesmo significado médico técnico. O uso é restrito ao contexto da saúde em todas as línguas.
Relevância atual
A palavra 'queratose' mantém sua relevância no campo da dermatologia, sendo essencial para o diagnóstico e tratamento de diversas condições de pele, como a queratose actínica e a queratose pilar. Sua presença é constante em publicações médicas, prontuários e discussões clínicas. (palavrasMeaningDB:id_queratose)
Origem Etimológica
Deriva do grego 'keras' (chifre) e 'osis' (condição ou doença), referindo-se a uma condição relacionada à queratina, a proteína principal dos chifres e da pele.
Entrada na Língua Portuguesa
A palavra 'queratose' foi incorporada ao vocabulário médico e científico em português, provavelmente a partir do século XIX, com o desenvolvimento da dermatologia como especialidade médica.
Uso Contemporâneo
Atualmente, 'queratose' é um termo médico formal, amplamente utilizado por dermatologistas e outros profissionais de saúde para descrever um grupo de doenças de pele caracterizadas pelo espessamento da camada córnea. É uma palavra dicionarizada e de uso técnico.
Do grego 'keras' (chifre, queratina) + '-osis' (condição, doença).