quimo
Do grego 'khymos', suco, fluido.
Origem
Do grego antigo χυμός (chymós), que significa 'fluido', 'suco', 'essência'. A palavra foi posteriormente latinizada para 'chymus'.
Mudanças de sentido
Originalmente referia-se a qualquer tipo de suco ou fluido, com uma conotação mais geral.
O sentido restringe-se à massa alimentar parcialmente digerida no estômago, adquirindo um caráter técnico-científico.
Mantém o sentido técnico-dicionarizado de massa alimentar semilíquida no trato digestivo, sem grandes ressignificações fora do contexto biológico.
Primeiro registro
Registros em textos médicos e traduções de obras clássicas para o português da época, como tratados de anatomia e fisiologia.
Representações
Aparece esporadicamente em documentários científicos, programas educativos sobre o corpo humano e, ocasionalmente, em obras de ficção com temática médica ou biológica para conferir realismo.
Comparações culturais
Inglês: 'chyme'. Espanhol: 'quimo'. O termo é amplamente internacionalizado na terminologia médica, mantendo a mesma raiz etimológica e sentido em diversas línguas ocidentais.
Relevância atual
A palavra 'quimo' mantém sua relevância no campo da medicina, gastroenterologia e nutrição. É um termo técnico essencial para a descrição de processos fisiológicos digestivos, sem ter migrado para o uso coloquial ou popular.
Origem Grega e Entrada no Latim
Antiguidade Clássica — Deriva do grego antigo χυμός (chymós), significando 'fluido', 'suco', 'essência'. Foi incorporada ao latim como 'chymus'.
Introdução ao Português e Uso Médico
Séculos XVI-XVII — A palavra 'quimo' entra no vocabulário científico e médico de língua portuguesa, herdada do latim, para descrever o bolo alimentar após a digestão gástrica. O uso é restrito a textos especializados.
Uso Contemporâneo e Dicionarização
Atualidade — 'Quimo' é uma palavra formal/dicionarizada, utilizada predominantemente em contextos médicos, biológicos e de nutrição. Seu uso fora desses âmbitos é raro.
Do grego 'khymos', suco, fluido.