quiralidade
Do grego kheir (mão).
Origem
Deriva do grego 'cheir' (mão), cunhada por Lord Kelvin em 1893 para descrever a propriedade de não sobreposição com a imagem especular, análoga à relação entre as mãos direita e esquerda.
Mudanças de sentido
Conceito estritamente geométrico e físico, aplicado a moléculas e cristais.
Mantém o sentido técnico original, sem desvios significativos em seu uso formal.
A palavra 'quiralidade' manteve seu significado técnico e científico ao longo do tempo, sem sofrer ressignificações populares ou mudanças de sentido em outros domínios da linguagem. Sua entrada no português foi uma tradução direta do conceito científico estabelecido internacionalmente.
Primeiro registro
Registros em publicações científicas e acadêmicas em português, traduzindo o termo 'chirality' do inglês.
Momentos culturais
Adoção pela comunidade científica brasileira em artigos, teses e livros didáticos de química orgânica e física.
Comparações culturais
Inglês: 'Chirality', termo original cunhado por Lord Kelvin. Espanhol: 'Quiralidad', adaptação direta do conceito científico. Alemão: 'Chiralität', também uma adaptação científica.
Relevância atual
A palavra 'quiralidade' é fundamental em áreas como química orgânica, bioquímica, farmacologia e física de partículas. Sua relevância reside na precisão técnica para descrever propriedades moleculares cruciais para a função biológica e a eficácia de medicamentos.
Origem Conceitual e Etimológica
Século XIX — O conceito de quiralidade, derivado do grego 'cheir' (mão), foi introduzido por Lord Kelvin em 1893 para descrever a propriedade geométrica de objetos não sobreponíveis à sua imagem especular. A palavra em si é uma adaptação científica do conceito.
Entrada e Consolidação no Português
Século XX — A palavra 'quiralidade' entra no vocabulário científico e acadêmico do português, especialmente em química e física, para traduzir o termo inglês 'chirality'. Seu uso permanece restrito a esses domínios.
Uso Contemporâneo e Expansão
Atualidade — 'Quiralidade' é uma palavra formal/dicionarizada, predominantemente utilizada em contextos científicos e técnicos. Seu uso fora desses círculos é raro, mas pode aparecer em discussões mais aprofundadas sobre ciência ou filosofia da ciência.
Do grego kheir (mão).