racemo
Do latim racemus, 'cacho de uvas'.
Origem
Do latim 'racemus', com o sentido original de cacho de uvas ou de outras frutas.
Mudanças de sentido
O sentido se especializa para a descrição botânica de inflorescências com eixo principal e flores dispostas lateralmente, com as mais velhas na base.
A transição do sentido genérico de 'cacho' para o específico de 'inflorescência' marca a entrada da palavra no discurso científico.
Primeiro registro
Registros em obras de botânica e tratados científicos em português, possivelmente em traduções ou trabalhos originais sobre flora brasileira.
Comparações culturais
Inglês: 'raceme' (mesma origem e sentido botânico). Espanhol: 'racimo' (com sentido mais amplo de cacho, mas também usado em botânica). Francês: 'racème' (sentido botânico). Italiano: 'racemo' (sentido botânico).
Relevância atual
A palavra 'racemo' mantém sua relevância no campo da botânica, agronomia e áreas correlatas, sendo um termo técnico essencial para a descrição da morfologia vegetal. Sua presença é restrita a contextos acadêmicos e especializados, sem penetração na linguagem coloquial.
Origem Etimológica
Século XVII - Deriva do latim 'racemus', que significa cacho de uvas ou de outras frutas, e por extensão, um conjunto de coisas agrupadas.
Entrada no Português
Século XVIII - A palavra 'racemo' é introduzida no vocabulário científico e botânico do português, possivelmente através do latim científico ou de empréstimos do francês ('racème') ou italiano ('racemo').
Uso Contemporâneo
Atualidade - Mantém seu uso técnico em botânica e áreas relacionadas, como viticultura e fruticultura. É uma palavra formal, encontrada em dicionários e literatura especializada.
Do latim racemus, 'cacho de uvas'.