recetiva
Do latim 'receptivus', de 'recipere' (receber).
Origem
Do latim 'receptivus', derivado de 'capere' (pegar, receber), indicando a qualidade de poder receber algo.
Mudanças de sentido
O sentido fundamental de 'capacidade de receber' permaneceu estável ao longo do tempo, sendo aplicado em diversos contextos, desde a recepção física até a recepção de ideias ou sinais.
Embora o sentido central seja estável, a palavra pode ser aplicada em contextos variados: um material recetivo a tintas, um indivíduo recetivo a críticas, um órgão recetivo a estímulos.
Primeiro registro
Registros em textos literários e gramaticais portugueses desde os séculos de formação da língua, indicando seu uso consolidado.
Momentos culturais
Presença em obras literárias e científicas que exploravam a capacidade de absorção e resposta de elementos, sejam eles físicos, biológicos ou sociais.
Comparações culturais
Inglês: 'receptive' (com sentido similar de apto a receber ou aceitar). Espanhol: 'receptivo/a' (com o mesmo significado de capacidade de receber ou aceitar). Francês: 'réceptif/réceptive' (também com o sentido de apto a receber).
Relevância atual
A palavra 'recetiva' é formal e dicionarizada, encontrada em contextos acadêmicos, científicos (como em biologia ou física) e em descrições técnicas. Seu uso é menos comum na linguagem coloquial, onde sinônimos ou construções mais simples podem ser preferidos.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'receptivus', que significa 'capaz de receber', 'que recebe'. O radical 'capere' (pegar, receber) é a base.
Entrada e Uso Inicial no Português
A palavra 'recetiva' (e sua forma masculina 'recetivo') foi incorporada ao vocabulário português, mantendo seu sentido original de capacidade de receber ou de ser recebido.
Uso Formal e Contemporâneo
Mantém-se como um termo formal, dicionarizado, com o significado de 'que ou quem recebe; que tem capacidade de receber'. Seu uso é mais comum em contextos técnicos, científicos ou formais.
Do latim 'receptivus', de 'recipere' (receber).