recordemos
Do latim 'recordari', que significa 'trazer à memória'.
Origem
Do latim 'recordari', significando 'trazer ao coração', 'lembrar-se'. O radical 'cor' (coração) sugere uma lembrança mais profunda e afetiva.
Mudanças de sentido
Predominantemente ligado à evocação de memórias pessoais ou históricas, com um tom muitas vezes nostálgico ou solene.
Mantém o sentido original, mas pode ser usado em contextos mais amplos, como convites à reflexão sobre eventos sociais, históricos ou culturais, ou como um chamado à unidade e à preservação da identidade.
Em '4_lista_exaustiva_portugues.txt', a palavra é classificada como 'Palavra formal/dicionarizada', indicando sua estabilidade semântica e uso em registros mais cuidados da língua.
Primeiro registro
Registros em textos literários e crônicas da época, onde o verbo 'recordar' já se estabelecia no português.
Momentos culturais
Presente em poemas românticos que exploravam a saudade e a memória afetiva.
Utilizado em discursos cívicos e em canções que celebravam a história nacional ou regional.
Encontrado em preâmbulos de leis, discursos de abertura de eventos históricos e em textos que buscam criar um senso de pertencimento e continuidade.
Comparações culturais
Inglês: 'Let us remember' ou 'Let's recall'. Espanhol: 'Recordemos' (idêntico em forma e uso). Francês: 'Rappelons-nous' ou 'Souvenons-nous'. Italiano: 'Ricordiamoci'.
Relevância atual
'Recordemos' é uma palavra que evoca formalidade e um convite à reflexão coletiva. Seu uso é mais comum em contextos que exigem solenidade, como cerimônias, eventos comemorativos, ou em textos que visam estabelecer uma conexão com o passado para informar o presente e o futuro. A forma verbal é estável e amplamente compreendida, mantendo sua função de evocar memórias e experiências compartilhadas.
Origem Etimológica
Século XIV - Deriva do latim 'recordari', que significa 'trazer ao coração', 'lembrar-se'. O verbo 'recordar' entrou na língua portuguesa nesse período, com o sentido de evocar memórias.
Evolução e Entrada na Língua
Séculos XV-XVIII - O verbo 'recordar' e suas conjugações, como 'recordemos', foram gradualmente incorporados ao vocabulário formal e literário. O uso era predominantemente ligado à memória de fatos, pessoas ou sentimentos passados.
Uso Contemporâneo
Século XX-Atualidade - 'Recordemos' mantém seu uso formal como forma verbal do imperativo ou subjuntivo do verbo 'recordar'. É frequentemente empregado em discursos, textos literários, e em contextos que pedem uma evocação coletiva de memória ou um convite à reflexão sobre o passado.
Do latim 'recordari', que significa 'trazer à memória'.