Palavras

recordemos

Do latim 'recordari', que significa 'trazer à memória'.

Origem

Século XIV

Do latim 'recordari', significando 'trazer ao coração', 'lembrar-se'. O radical 'cor' (coração) sugere uma lembrança mais profunda e afetiva.

Mudanças de sentido

Séculos XV-XVIII

Predominantemente ligado à evocação de memórias pessoais ou históricas, com um tom muitas vezes nostálgico ou solene.

Século XX-Atualidade

Mantém o sentido original, mas pode ser usado em contextos mais amplos, como convites à reflexão sobre eventos sociais, históricos ou culturais, ou como um chamado à unidade e à preservação da identidade.

Em '4_lista_exaustiva_portugues.txt', a palavra é classificada como 'Palavra formal/dicionarizada', indicando sua estabilidade semântica e uso em registros mais cuidados da língua.

Primeiro registro

Século XV

Registros em textos literários e crônicas da época, onde o verbo 'recordar' já se estabelecia no português.

Momentos culturais

Século XIX

Presente em poemas românticos que exploravam a saudade e a memória afetiva.

Século XX

Utilizado em discursos cívicos e em canções que celebravam a história nacional ou regional.

Atualidade

Encontrado em preâmbulos de leis, discursos de abertura de eventos históricos e em textos que buscam criar um senso de pertencimento e continuidade.

Comparações culturais

Inglês: 'Let us remember' ou 'Let's recall'. Espanhol: 'Recordemos' (idêntico em forma e uso). Francês: 'Rappelons-nous' ou 'Souvenons-nous'. Italiano: 'Ricordiamoci'.

Relevância atual

Atualidade

'Recordemos' é uma palavra que evoca formalidade e um convite à reflexão coletiva. Seu uso é mais comum em contextos que exigem solenidade, como cerimônias, eventos comemorativos, ou em textos que visam estabelecer uma conexão com o passado para informar o presente e o futuro. A forma verbal é estável e amplamente compreendida, mantendo sua função de evocar memórias e experiências compartilhadas.

Origem Etimológica

Século XIV - Deriva do latim 'recordari', que significa 'trazer ao coração', 'lembrar-se'. O verbo 'recordar' entrou na língua portuguesa nesse período, com o sentido de evocar memórias.

Evolução e Entrada na Língua

Séculos XV-XVIII - O verbo 'recordar' e suas conjugações, como 'recordemos', foram gradualmente incorporados ao vocabulário formal e literário. O uso era predominantemente ligado à memória de fatos, pessoas ou sentimentos passados.

Uso Contemporâneo

Século XX-Atualidade - 'Recordemos' mantém seu uso formal como forma verbal do imperativo ou subjuntivo do verbo 'recordar'. É frequentemente empregado em discursos, textos literários, e em contextos que pedem uma evocação coletiva de memória ou um convite à reflexão sobre o passado.

recordemos

Do latim 'recordari', que significa 'trazer à memória'.

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