reimoso

Derivado do latim 'remissus', particípio passado de 'remittere' (enviar de volta, ceder).

Origem

Latim

Deriva do latim 'remissus', particípio passado de 'remittere', que significa 'enviar de volta', 'relaxar', 'ceder'.

Mudanças de sentido

Século XVI

Possível associação inicial com a ideia de algo que retorna ou persiste, como uma doença.

Séculos XVII-XIX

Consolidação do sentido de teimoso, obstinado, pela persistência em não ceder. O sentido médico de 'difícil de curar' também se mantém.

Atualidade

Mantém os sentidos de teimoso, obstinado e de difícil tratamento médico, sendo uma palavra dicionarizada e de uso corrente.

A palavra 'reimoso' é registrada em dicionários como 'que teima, que insiste em algo; teimoso, obstinado. Também se refere a quem tem dificuldade em se curar de uma doença.' (corpus_dicionarios_portugues).

Primeiro registro

Século XVI

A palavra já aparece em textos do português arcaico, indicando sua presença na língua desde esse período, com os sentidos que evoluíram para o atual.

Momentos culturais

Literatura Clássica Brasileira

Utilizada em obras literárias para caracterizar personagens teimosos ou com doenças crônicas, refletindo o uso da época.

Cultura Popular

Presente em ditados populares e no vocabulário cotidiano para descrever pessoas ou situações de persistência.

Vida emocional

Associada a traços de personalidade como teimosia e obstinação, podendo ter conotação negativa (teimosia irracional) ou positiva (persistência em objetivos).

No contexto médico, carrega o peso da dificuldade e da frustração associada a doenças persistentes.

Comparações culturais

Inglês: 'Stubborn' ou 'obstinate' para o sentido de teimoso. 'Recalcitrant' pode ser usado em contextos mais formais. Para o sentido médico, 'hard to cure' ou 'persistent' (referindo-se à doença). Espanhol: 'Terco' ou 'testarudo' para teimoso. 'Rebelde' também pode ser usado. Para o sentido médico, 'difícil de curar' ou 'persistente'.

Relevância atual

A palavra 'reimoso' mantém sua relevância no português brasileiro, tanto no uso coloquial quanto em contextos mais formais, como na medicina e na literatura. Sua dualidade de sentido (teimosia humana e persistência de doenças) garante sua presença contínua no léxico.

Origem e Entrada no Português

Século XVI - Derivado do latim 'remissus', particípio passado de 'remittere' (enviar de volta, relaxar, ceder). Inicialmente, pode ter se referido a algo que retorna ou persiste, como uma doença que não cede.

Evolução do Sentido

Séculos XVII-XIX - O sentido de 'teimoso' ou 'obstinado' se consolida, possivelmente por associação com a persistência de uma doença ou a recusa em 'ceder' a argumentos ou vontades. O sentido de 'difícil de curar' permanece.

Uso Contemporâneo

Século XX-Atualidade - A palavra 'reimoso' é amplamente utilizada no Brasil com os sentidos de teimoso, obstinado e, em contextos médicos ou coloquiais, de alguém com uma condição de saúde persistente ou de difícil tratamento. É uma palavra formalmente registrada em dicionários.

reimoso

Derivado do latim 'remissus', particípio passado de 'remittere' (enviar de volta, ceder).

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