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replicabilidade

Derivado do latim 'replicare' (repetir, dobrar) + sufixo '-bilidade'.

Origem

Antiguidade Clássica

Do latim 'replicare' (dobrar, repetir, responder) + sufixo '-bilis' (capacidade, possibilidade).

Mudanças de sentido

Século XIX

Inicialmente associada à ideia de repetição em contextos mais gerais, ganha especificidade no âmbito científico como a capacidade de um experimento ser reproduzido.

A necessidade de rigor científico impulsionou o uso do termo para garantir a objetividade e a verificabilidade das descobertas. A ideia de 'dobrar' ou 'repetir' o processo experimental tornou-se central.

Século XX - Atualidade

Consolidou-se como um pilar do método científico, abrangendo a reprodutibilidade de dados, métodos e resultados em diversas áreas do conhecimento.

Em áreas como inteligência artificial e aprendizado de máquina, a replicabilidade de modelos e algoritmos é crucial para a validação e o avanço da pesquisa. A falta de replicabilidade pode levar a crises de confiança em descobertas científicas.

Primeiro registro

Século XIX

O termo e seu conceito começam a aparecer em publicações científicas e filosóficas que discutem a metodologia da ciência. A formalização dicionarizada ocorre posteriormente, no século XX.

Comparações culturais

Inglês: 'replicability' - termo amplamente utilizado na ciência e tecnologia, com o mesmo sentido fundamental. Espanhol: 'replicabilidad' - também um termo técnico e científico, com significado idêntico. Francês: 'réplicabilité' - usado em contextos científicos e de pesquisa. Alemão: 'Replikationsfähigkeit' - similarmente empregado em discussões sobre metodologia científica e reprodução de resultados.

Relevância atual

A replicabilidade é um conceito central na era da informação e da ciência aberta. A facilidade de compartilhamento de dados e métodos online intensifica a discussão sobre a necessidade de resultados replicáveis para garantir a integridade da pesquisa científica e tecnológica. É um termo técnico essencial em áreas como bioinformática, ciência de dados, e pesquisa clínica.

Origem Etimológica

Deriva do latim 'replicare', que significa 'dobrar', 'repetir', 'responder'. O sufixo '-bilis' indica a capacidade ou possibilidade.

Entrada na Língua Portuguesa

A palavra 'replicabilidade' e seus derivados começam a ganhar tração em contextos acadêmicos e científicos a partir do século XIX, com o avanço do método científico e a necessidade de validação experimental. Sua forma dicionarizada, como 'qualidade ou condição de ser replicável; possibilidade de ser reproduzido ou repetido', consolida-se em dicionários a partir do século XX.

Uso Contemporâneo

Atualmente, 'replicabilidade' é um termo fundamental em diversas áreas, especialmente na ciência, tecnologia, pesquisa e desenvolvimento. É um conceito chave para a confiabilidade e validação de resultados, sendo amplamente discutido em publicações científicas, teses e dissertações.

replicabilidade

Derivado do latim 'replicare' (repetir, dobrar) + sufixo '-bilidade'.

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