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retinose

Do grego rhétinē (retina) + -osis (sufixo que indica doença ou degeneração).

Origem

Antiguidade Clássica

Formada a partir de radicais gregos: 'retinē' (o nervo do olho, a retina) e '-osis' (sufixo que indica um estado patológico, degeneração ou inflamação).

Mudanças de sentido

Século XIX - Início do Século XX

O sentido original e predominante é o de uma condição médica específica, uma degeneração da retina, conforme a etimologia sugere. Não há registros de ressignificações ou usos fora do contexto médico-científico.

Primeiro registro

Século XIX - Início do Século XX

O primeiro registro documentado em português provavelmente se encontra em publicações médicas e oftalmológicas da época, refletindo a adoção da terminologia científica internacional. (Referência: Palavra formal/dicionarizada)

Comparações culturais

Inglês: 'Retinosis' (termo médico similar, usado para degenerações da retina). Espanhol: 'Retinosis' (termo médico similar, usado para degenerações da retina). Francês: 'Rétinose' (termo médico similar).

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'retinose' mantém sua relevância estritamente no campo da medicina, especificamente na oftalmologia, para a classificação e estudo de doenças degenerativas da retina. Sua presença é restrita a contextos clínicos, acadêmicos e de pesquisa.

Origem Etimológica

Deriva do grego 'retinē' (retina) e do sufixo '-osis' (condição, doença), indicando uma condição ou degeneração da retina.

Entrada na Língua Portuguesa

A palavra 'retinose' surge no vocabulário médico e científico em português, provavelmente a partir do século XIX ou início do século XX, com o avanço da oftalmologia e da terminologia médica internacional.

Uso Contemporâneo

Termo técnico-científico utilizado na área da oftalmologia para descrever um grupo de doenças degenerativas da retina. É uma palavra formal e dicionarizada, sem uso coloquial.

retinose

Do grego rhétinē (retina) + -osis (sufixo que indica doença ou degeneração).

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