revistas

Do latim 'revista', particípio passado feminino de 'revidere'.

Origem

Latim

Do latim 'revista', particípio passado feminino de 'revidere', significando 'ver novamente', 'reexaminar', 'revisar'.

Mudanças de sentido

Século XIV-XVI

Sentido original de reexame, inspeção, verificação (ex: revista militar).

Século XVII em diante

Consolidação do sentido de publicação periódica com artigos variados.

O desenvolvimento da imprensa e a disseminação do conhecimento impulsionaram o uso de 'revistas' como meio de comunicação de massa, cobrindo desde notícias e política até moda e ciência.

Século XX-XXI

Ampliamento para incluir publicações digitais e o ato de revisar/revisão.

Com a internet, o conceito de 'revista' se expandiu para plataformas online, blogs e agregadores de conteúdo. O termo 'revista' também é usado em expressões como 'revista de imprensa' (compilação de notícias) ou 'revista de literatura' (análise crítica de obras).

Primeiro registro

Séculos XV-XVI

Registros em documentos administrativos e militares da época, referindo-se a inspeções e verificações.

Momentos culturais

Século XIX

Florescimento de revistas literárias e de variedades, como a 'Revista Brasileira', que se tornaram importantes veículos de expressão artística e intelectual.

Anos 1950-1970

Apogeu das revistas de grande circulação, como 'O Cruzeiro' e 'Manchete', que moldaram a cultura popular e o imaginário brasileiro com suas reportagens e capas icônicas.

Atualidade

A ascensão das revistas digitais e a adaptação das publicações tradicionais ao ambiente online, com foco em nichos e conteúdo multimídia.

Vida digital

Anos 2000 em diante

Presença massiva de 'revistas' online, com acesso a acervos digitais e novas formas de interação com o conteúdo.

Atualidade

Buscas por 'revistas' online para acesso a notícias, artigos científicos, entretenimento e conteúdo especializado. Termo frequentemente associado a 'e-books' e 'publicações digitais'.

Comparações culturais

Geral

Inglês: 'Magazine' (do francês 'magasin', loja, depósito, que evoluiu para publicação periódica). Espanhol: 'Revista' (etimologia similar ao português, do latim 'revidere'). Francês: 'Revue' (também ligada à ideia de rever, examinar, e publicação periódica).

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'revistas' mantém sua relevância tanto no contexto de publicações impressas, que resistem em nichos específicos, quanto, e principalmente, no ambiente digital. O termo é fundamental para descrever um formato de conteúdo informativo e cultural que se adaptou às novas mídias, mantendo sua essência de periodicidade e diversidade temática.

Origem Etimológica e Latim

Século XIV - Deriva do latim 'revista', particípio passado feminino de 'revidere', que significa 'ver novamente', 'reexaminar', 'revisar'. Inicialmente, o termo se referia a um ato de reexame ou inspeção.

Entrada no Português e Primeiros Usos

Séculos XV-XVI - A palavra 'revista' entra no vocabulário português, mantendo o sentido de reexame, inspeção ou relatório. Começa a ser usada em contextos militares e administrativos para designar a verificação de tropas ou bens.

Consolidação como Publicação Periódica

Século XVII em diante - O sentido de 'publicação periódica' se consolida, especialmente com o desenvolvimento da imprensa. As 'revistas' passam a ser veículos de informação, entretenimento e cultura, com conteúdo variado e periodicidade definida.

Era Moderna e Digital

Séculos XX-XXI - A palavra 'revistas' abrange uma vasta gama de publicações impressas e digitais. O termo 'revista' também pode se referir a um 'revisar' ou 'revisão' em sentido mais amplo, como em 'revista de literatura' ou 'revista de imprensa'.

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Do latim 'revista', particípio passado feminino de 'revidere'.

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