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ribana

Origem incerta, possivelmente relacionada a 'riba' (borda).

Origem

Século XIX

Origem incerta, possivelmente do italiano 'ribattuto' (batido, repetido) ou do francês 'riban' (fita, faixa), com influências do latim 'ripa' (margem, beira). A conexão com 'ribattuto' sugere a ideia de algo que é batido ou reforçado, como em costuras repetidas, enquanto 'riban' aponta para a forma de faixa ou tira. A hipótese do latim 'ripa' pode se referir à ideia de borda ou margem, onde a peça é aplicada.

Mudanças de sentido

Século XIX - Início do Século XX

Termo técnico para um tipo de acabamento em malharia, aplicado em punhos, barras e golas.

Meados do Século XX - Atualidade

Mantém o sentido técnico, mas se torna mais conhecido pelo público consumidor de moda e vestuário.

A palavra 'ribana' manteve seu sentido técnico original, mas sua disseminação ocorreu com o aumento da produção de vestuário em malha e a popularização de peças como camisetas, moletons e agasalhos, onde a ribana é um componente comum e reconhecível.

Primeiro registro

Século XIX - Início do Século XX

Registros em manuais de costura e publicações sobre indústria têxtil no Brasil, associados à importação de técnicas e vocabulário da moda europeia. (Referência: Corpus de Manuais de Costura do Século XIX).

Momentos culturais

Anos 1980 - 1990

Popularização de roupas esportivas e casuais em malha, onde a ribana se tornou um elemento de design comum em agasalhos, calças de moletom e camisetas, associada a um estilo de vida mais informal.

Anos 2000 - Atualidade

Presença constante em coleções de moda, desde peças básicas até vestuário de grife, evidenciando sua funcionalidade e estética.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'ribbing' ou 'ribbed cuff/hem'. Espanhol: 'puño de canalé' ou 'borde acanalado'. O termo em inglês 'ribbing' refere-se ao tecido canelado em si, enquanto 'ribbed cuff/hem' descreve a aplicação. Em espanhol, 'puño de canalé' é específico para punhos, e 'borde acanalado' é mais geral para bordas caneladas. O português 'ribana' abrange tanto o material quanto a aplicação de forma mais direta e específica para o contexto de vestuário.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'ribana' mantém sua relevância como um termo técnico essencial na indústria da moda e confecção no Brasil. É um vocábulo comum em lojas de tecidos, ateliês de costura e descrições de produtos de vestuário online, indicando um acabamento específico que confere elasticidade e estrutura às peças. Sua presença é constante em peças de vestuário do dia a dia, desde roupas infantis até vestuário esportivo e casual adulto.

Origem Etimológica

Origem incerta, possivelmente do italiano 'ribattuto' (batido, repetido) ou do francês 'riban' (fita, faixa), com influências do latim 'ripa' (margem, beira). A conexão com 'ribattuto' sugere a ideia de algo que é batido ou reforçado, como em costuras repetidas, enquanto 'riban' aponta para a forma de faixa ou tira. A hipótese do latim 'ripa' pode se referir à ideia de borda ou margem, onde a peça é aplicada.

Entrada e Uso no Brasil

A palavra 'ribana' entra no vocabulário brasileiro provavelmente com a imigração europeia e o desenvolvimento da indústria têxtil e de vestuário no país, a partir do século XIX e consolidando-se no século XX. Inicialmente, seu uso era mais técnico, ligado à confecção de roupas.

Uso Contemporâneo

Atualmente, 'ribana' é uma palavra formal e dicionarizada, amplamente utilizada na indústria da moda e no varejo de vestuário para descrever um tipo específico de acabamento em malharia. É um termo técnico comum entre costureiros, modelistas e consumidores familiarizados com termos de confecção.

ribana

Origem incerta, possivelmente relacionada a 'riba' (borda).

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