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rodamina

Do grego 'rhodon' (rosa) + sufixo '-amina'.

Origem

Final do século XIX

Deriva do grego 'rhodon' (rosa), aludindo à cor vermelha ou alaranjada do corante, e do sufixo '-ina', comum em nomes de substâncias químicas.

Primeiro registro

Final do século XIX

Os primeiros registros documentados da rodamina como composto químico datam da década de 1880, com sua síntese e caracterização.

Comparações culturais

Inglês: 'Rhodamine' é o termo direto, mantendo a mesma raiz etimológica grega e o uso técnico. Espanhol: 'Rodamina' é o termo equivalente, também derivado do grego e usado em contextos científicos. Francês: 'Rhodamine' é o termo utilizado, seguindo a mesma nomenclatura internacional para compostos químicos.

Relevância atual

Atualidade

A rodamina continua sendo um corante sintético de grande importância em laboratórios de pesquisa e em aplicações industriais, como na fabricação de tintas, cosméticos e como marcador fluorescente em estudos biológicos e ambientais. Sua definição como 'corante sintético da classe das xantinas, de cor vermelha ou alaranjada, usado em diversas aplicações' permanece precisa.

Origem Etimológica

A palavra 'rodamina' tem origem no grego 'rhodon', que significa 'rosa', em referência à sua cor característica. O sufixo '-ina' é comum na nomenclatura de compostos químicos.

Entrada na Língua e Uso Inicial

A rodamina foi sintetizada pela primeira vez em 1887. Sua entrada no vocabulário científico e técnico ocorreu logo após, com a disseminação de seus usos como corante.

Uso Contemporâneo

Atualmente, 'rodamina' é um termo técnico amplamente utilizado em química, biologia e diversas indústrias para se referir a um grupo específico de corantes fluorescentes com aplicações em microscopia, rastreamento e tingimento.

rodamina

Do grego 'rhodon' (rosa) + sufixo '-amina'.

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