roséola
Do latim 'roseola', diminutivo de 'rosa'.
Origem
Do latim 'roseola', diminutivo de 'rosa', significando 'pequena rosa' ou 'rosado', em referência à aparência da erupção cutânea.
Mudanças de sentido
Termo médico para uma doença febril infantil com erupção cutânea característica. O sentido permaneceu estável.
A palavra 'roséola' foi estabelecida no léxico médico para descrever uma condição específica, sem grandes desvios de significado ao longo do tempo. Sua entrada no português reflete a necessidade de nomear e classificar patologias.
Primeiro registro
Registros em literatura médica e científica da época, indicando a consolidação do termo no vocabulário técnico.
Comparações culturais
Inglês: 'Roseola' (mesma origem e uso médico). Espanhol: 'Roséola' (mesma origem e uso médico). Francês: 'Roséole' (mesma origem e uso médico).
Relevância atual
A palavra 'roséola' mantém sua relevância como termo médico formal, utilizado por profissionais de saúde e em materiais informativos sobre doenças infantis. Não possui grande penetração no uso coloquial fora do contexto médico.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'roseola', diminutivo de 'rosa', referindo-se a uma pequena rosa ou a uma cor rosada, em alusão à erupção cutânea.
Entrada e Uso na Língua Portuguesa
A palavra 'roséola' foi incorporada ao vocabulário médico e geral da língua portuguesa, provavelmente a partir do século XIX, com a disseminação do conhecimento médico e a classificação de doenças.
Uso Contemporâneo
Mantém seu sentido original como termo médico para uma doença específica, sendo uma palavra formal e dicionarizada, utilizada em contextos clínicos e de saúde pública.
Do latim 'roseola', diminutivo de 'rosa'.