selecionismo

Derivado do latim 'selectio, -onis' (ação de escolher) + sufixo '-ismo'.

Origem

Antiguidade Clássica

Do latim 'selectio', significando 'ato de escolher' ou 'escolha'. O sufixo '-ismo' denota um sistema, doutrina ou tendência.

Mudanças de sentido

Século XIX - Início do Século XX

Inicialmente associado a processos de seleção em áreas como biologia (selecionismo natural) e mercado de trabalho (seleção de candidatos).

Com o tempo, o termo passou a carregar uma conotação mais crítica, especialmente quando aplicado a práticas sociais que resultam em exclusão ou discriminação, como o 'selecionismo' em processos seletivos que favorecem um grupo em detrimento de outro.

Atualidade

Refere-se a qualquer prática ou ideologia que favorece a seleção de certos elementos, indivíduos ou características, muitas vezes com implicações negativas de exclusão ou preconceito.

O termo é frequentemente usado em debates sobre diversidade e inclusão, criticando práticas que limitam o acesso ou as oportunidades com base em critérios arbitrários ou discriminatórios.

Primeiro registro

Século XIX

O uso do termo 'selecionismo' em português, especialmente no contexto de teorias científicas como o darwinismo social, é datado do século XIX.

Momentos culturais

Início do Século XX

Discussões sobre eugenia e políticas de seleção racial em alguns países.

Meados do Século XX

Debates sobre meritocracia e igualdade de oportunidades no mercado de trabalho e na educação.

Final do Século XX - Atualidade

Crescente conscientização sobre vieses inconscientes e discriminação em processos seletivos e sociais.

Conflitos sociais

Século XX - Atualidade

O 'selecionismo' é frequentemente associado a conflitos relacionados a preconceitos de classe, raça, gênero e outras formas de discriminação, onde práticas seletivas perpetuam desigualdades.

Vida emocional

Atualidade

A palavra carrega um peso negativo, associada à exclusão, injustiça e preconceito. Evoca sentimentos de revolta e crítica social.

Vida digital

Atualidade

O termo é frequentemente discutido em artigos, blogs e redes sociais, especialmente em debates sobre diversidade, inclusão e mercado de trabalho. Buscas por 'selecionismo no RH' ou 'crítica ao selecionismo' são comuns.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'Selectionism' ou 'Elitism' podem ser usados em contextos similares, embora 'selectionism' seja mais técnico e 'elitism' mais focado em privilégio. Espanhol: 'Selecionismo' é um termo direto e compreendido, com conotações semelhantes ao português. Francês: ' Sélectionnisme' existe, mas o termo 'élitisme' é mais comum para descrever a preferência por uma elite.

Relevância atual

Atualidade

O 'selecionismo' é um conceito relevante para analisar e criticar práticas sociais, institucionais e econômicas que criam ou mantêm desigualdades, sendo um termo chave em discussões sobre justiça social, diversidade e inclusão.

Origem Etimológica

Deriva do latim 'selectio', que significa 'ato de escolher', 'escolha'. O sufixo '-ismo' indica doutrina, sistema ou tendência.

Entrada e Evolução na Língua Portuguesa

O termo 'selecionismo' começou a ser utilizado no português, especialmente no Brasil, para descrever a prática ou a ideologia de selecionar ou favorecer determinados elementos, indivíduos ou características. Sua disseminação ganhou força com discussões científicas e sociais.

Uso Contemporâneo

Atualmente, 'selecionismo' é empregado em diversos contextos, desde o mercado de trabalho e a educação até discussões sobre políticas públicas e preconceitos, referindo-se a práticas que criam ou perpetuam desigualdades através da exclusão ou preferência.

selecionismo

Derivado do latim 'selectio, -onis' (ação de escolher) + sufixo '-ismo'.

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