Palavras

selectividade

Derivado do latim 'selectivus', relativo a escolher. Sufixo '-idade' indica qualidade.

Origem

Antiguidade Clássica

Do latim 'selectivus', relacionado a 'selectio' (seleção) e 'seligere' (escolher, selecionar). O termo carrega a ideia intrínseca de discernimento e escolha.

Mudanças de sentido

Séculos XVIII-XIX

Inicialmente associada a processos de seleção em contextos mais restritos, como a agricultura (seleção de sementes) ou a indústria nascente (seleção de materiais).

Com o desenvolvimento da ciência e da tecnologia, o termo ganhou especificidade em áreas como a química (selectividade de um catalisador) e a biologia (selectividade de um receptor).

Século XX

Expansão para áreas como a economia (selectividade de investimentos) e a sociologia (selectividade em processos de exclusão/inclusão).

A palavra passa a descrever a capacidade de um sistema ou agente de priorizar ou discriminar elementos com base em critérios específicos, tornando-se um termo técnico em diversas disciplinas.

Atualidade

Mantém seu sentido técnico, mas também pode ser usada metaforicamente para descrever a capacidade de filtragem ou escolha em contextos mais amplos, como a selectividade de informações na era digital.

Em discussões sobre algoritmos e inteligência artificial, 'selectividade' refere-se à capacidade de um sistema de identificar e priorizar dados relevantes, o que pode ter implicações sociais e éticas.

Primeiro registro

Século XIX

Registros em publicações científicas e técnicas em português, refletindo a influência de termos técnicos europeus, especialmente do francês e do inglês, que já utilizavam conceitos similares.

Momentos culturais

Século XX

A palavra ganha proeminência em debates sobre políticas de desenvolvimento, onde a 'selectividade' de ações governamentais era discutida para otimizar recursos.

Atualidade

Presente em discussões sobre 'fake news' e curadoria de conteúdo, onde a 'selectividade' de fontes e informações é um tema central.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'selectivity'. Espanhol: 'selectividad'. Ambos os idiomas utilizam termos cognatos com o mesmo sentido técnico e conceitual, refletindo uma origem latina comum e a disseminação global de conhecimento científico e técnico. O francês 'sélectivité' também segue a mesma linha.

Relevância atual

Atualidade

A 'selectividade' é um conceito fundamental em áreas como a ciência de dados, a inteligência artificial e a farmacologia, onde a capacidade de discriminar e focar em elementos específicos é crucial para o desenvolvimento de novas tecnologias e tratamentos. Sua aplicação se estende à análise de mercado e à otimização de processos industriais.

Origem Etimológica

Deriva do latim 'selectivus', que por sua vez vem de 'selectio', significando 'ato de escolher' ou 'seleção'. O sufixo '-ivus' indica uma qualidade ou tendência, e '-itas' (transformado em '-idade' no português) denota um estado ou condição.

Entrada e Consolidação no Português

A palavra 'selectividade' e seus derivados começaram a se consolidar no vocabulário formal do português, especialmente com o avanço das ciências e da técnica, onde a precisão e a capacidade de discriminação se tornaram conceitos importantes. O uso se intensificou em contextos acadêmicos e técnicos.

Uso Contemporâneo

A palavra 'selectividade' é amplamente utilizada em diversas áreas, como química, biologia, engenharia, economia e até em discussões sobre políticas públicas e comportamento social, referindo-se à capacidade de um processo, substância ou agente de agir ou ser afetado de forma específica, distinguindo entre diferentes opções ou estímulos.

selectividade

Derivado do latim 'selectivus', relativo a escolher. Sufixo '-idade' indica qualidade.

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