senso
Do latim 'sensus', derivado de 'sentire' (sentir).
Origem
Do latim 'sensus', significando sentimento, percepção, entendimento, juízo, razão.
Mudanças de sentido
Faculdade de sentir, perceber, entender.
Juízo, bom senso, capacidade de raciocínio lógico e discernimento.
Ampliação para expressões compostas como 'senso comum', 'senso crítico', 'senso de humor', 'senso de urgência', 'senso de justiça'.
A palavra 'senso' tornou-se um componente essencial para descrever faculdades mentais e sociais específicas, muitas vezes em contraste ou em conjunto com outras ideias. Por exemplo, 'senso comum' versus 'senso crítico' reflete debates sobre conhecimento e validação.
Primeiro registro
Registros em textos medievais em português, refletindo o uso do latim 'sensus'.
Momentos culturais
Ênfase no 'senso' como base da razão e do conhecimento empírico.
Uso frequente em debates filosóficos e sociológicos sobre a percepção da realidade e a formação de opiniões.
Presente em discussões sobre educação, mídia, política e psicologia, especialmente em 'senso crítico' e 'senso comum'.
Conflitos sociais
Debates sobre 'senso comum' versus conhecimento científico ou 'senso crítico', evidenciando tensões entre diferentes formas de validação e crença.
Polarização em discussões públicas onde o 'senso' de diferentes grupos entra em choque, como em 'senso de justiça' ou 'senso de urgência' sobre temas sociais.
Vida digital
Buscas por 'senso crítico' e 'senso comum' são recorrentes em plataformas educacionais e de notícias.
Expressões como 'falta de senso' ou 'ter senso' são usadas em comentários e discussões online.
Memes e conteúdos virais frequentemente exploram a ausência ou a presença de 'senso' em situações cotidianas ou políticas.
Comparações culturais
Inglês: 'Sense' (sentido, percepção, juízo), 'common sense' (senso comum), 'critical thinking' (senso crítico). Espanhol: 'Sentido' (sentido, juízo), 'sentido común' (senso comum), 'pensamiento crítico' (senso crítico). O conceito de 'senso' como faculdade de percepção e juízo é amplamente compartilhado nas línguas românicas e germânicas, com variações nas expressões compostas.
Relevância atual
A palavra 'senso' continua sendo fundamental para descrever a capacidade humana de perceber, raciocinar e julgar. Sua relevância é acentuada em contextos de educação, formação de opinião pública, debates éticos e na análise do comportamento social e individual.
Expressões como 'senso crítico' são cruciais na era da desinformação, enquanto 'senso comum' é frequentemente debatido em estudos antropológicos e sociológicos.
Origem Etimológica e Entrada no Português
Século XIII - Derivado do latim 'sensus', que significa 'sentimento', 'percepção', 'entendimento', 'juízo'. A palavra chegou ao português através do latim vulgar e se consolidou ao longo dos séculos.
Evolução do Sentido e Uso
Idade Média ao Século XIX - 'Senso' evoluiu de 'faculdade de sentir' para 'juízo' e 'bom senso', frequentemente associado à razão e à capacidade de discernimento. Em textos clássicos, é usado para denotar entendimento e percepção.
Uso Contemporâneo e Ressignificações
Século XX e Atualidade - 'Senso' mantém seu significado de juízo e percepção, mas ganha novas conotações em expressões como 'senso comum', 'senso crítico', 'senso de humor' e 'senso de urgência'. É uma palavra fundamental em discussões sobre cognição, sociedade e comportamento.
Do latim 'sensus', derivado de 'sentire' (sentir).