Palavras

strass

Do alemão 'Strass', nome do joalheiro alemão Georg Friedrich Strass, que as popularizou.

Origem

Século XVIII

A palavra 'strass' deriva do nome do joalheiro francês Georges Frédéric Strass (1701-1773), que desenvolveu um vidro com alta concentração de chumbo, conhecido como 'diamante de Strass', capaz de imitar o brilho e a aparência dos diamantes verdadeiros.

Mudanças de sentido

Século XVIII - XIX

Originalmente associado a imitações de joias de luxo, o termo 'strass' carregava uma conotação de falsidade ou de luxo acessível, distinguindo-se das pedras preciosas genuínas.

Século XX - Atualidade

O sentido se expandiu para abranger qualquer tipo de pedra artificial facetada, usada para enfeitar, sem necessariamente carregar um peso negativo de falsidade. Tornou-se um termo técnico e descritivo na indústria da moda e do artesanato.

Hoje, 'strass' pode ser feito de vidro, acrílico ou plástico, e é usado em uma vasta gama de produtos, desde roupas de alta costura até acessórios de baixo custo, perdendo a exclusividade de imitar apenas diamantes e englobando um espectro maior de pedrarias decorativas.

Primeiro registro

Final do século XIX

Registros em jornais e catálogos comerciais brasileiros da época indicam o uso da palavra 'strass' para descrever bijuterias e adornos.

Momentos culturais

Anos 1920-1950

O uso de strass em vestidos de festa e joias de fantasia era comum, associado ao glamour e à moda da época, especialmente em bailes e eventos sociais.

Anos 1980-1990

Popularização em roupas e acessórios de moda jovem, com um toque de ostentação e brilho, presente em clipes musicais e programas de TV.

Atualidade

Presença constante em desfiles de moda, fantasias de carnaval, peças de teatro e em produções audiovisuais que buscam um visual chamativo e decorativo.

Comparações culturais

Século XVIII - Atualidade

Inglês: 'Rhinestone' ou 'paste' (termo mais antigo para imitações de joias). Espanhol: 'pedrería' ou 'diamante de imitación'. Francês: 'strass' (mantém o termo original). O conceito de imitação de joias com vidro facetado é global, mas a palavra específica 'strass' é amplamente adotada em diversas línguas, mantendo a referência ao seu inventor.

Relevância atual

Atualidade

O termo 'strass' continua relevante no Brasil, sendo um componente essencial na indústria da moda, artesanato e decoração. Sua versatilidade permite que seja aplicado em produtos de luxo e de massa, mantendo uma associação com brilho, festividade e criatividade. É uma palavra comum no vocabulário de designers, artesãos e consumidores.

Origem Etimológica

Século XVIII — do nome do joalheiro francês Georges Frédéric Strass, que inventou um vidro com alto teor de chumbo imitando diamantes.

Entrada no Português Brasileiro

Final do século XIX/Início do século XX — A palavra 'strass' entra no vocabulário brasileiro, inicialmente associada a joias falsas e artigos de luxo acessíveis, refletindo a influência cultural europeia e a expansão do comércio.

Uso Contemporâneo

Atualidade — 'Strass' é amplamente utilizado para descrever pedras artificiais usadas em moda, acessórios, decoração e artesanato, mantendo sua conotação de brilho e glamour, mas também sendo aplicado a materiais mais populares e acessíveis.

strass

Do alemão 'Strass', nome do joalheiro alemão Georg Friedrich Strass, que as popularizou.

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