taguá
Origem tupi.
Origem
Origem em línguas indígenas sul-americanas, provável tupi, para designar plantas aquáticas. (Referência: 4_lista_exaustiva_portugues.txt)
Mudanças de sentido
Nomeação de flora local → 'taguá' passa a ser o termo em português para a planta aquática indígena.
Nome comum para o gênero Nymphaea e outras plantas aquáticas → uso botânico e popular se estabelece.
Primeiro registro
Registros botânicos e descrições de viajantes europeus sobre a flora brasileira, onde o termo indígena foi incorporado ao vocabulário português. (Referência: 4_lista_exaustiva_portugues.txt)
Momentos culturais
Aparece em descrições da natureza brasileira em obras literárias e científicas, associada a paisagens de rios e lagos.
Comparações culturais
Inglês: 'Water lily' ou 'Lotus' para plantas similares do gênero Nymphaea. Espanhol: 'Lirio de agua' ou 'Nenúfar'. O termo 'taguá' é específico do português brasileiro e de algumas línguas indígenas.
Relevância atual
Mantém-se como termo botânico e popular para plantas aquáticas no Brasil, presente em discussões sobre conservação de ecossistemas aquáticos e jardinagem.
Origem Indígena e Entrada no Português Brasileiro
Período pré-colonial e colonial — a palavra 'taguá' tem origem em línguas indígenas sul-americanas, possivelmente do tupi, para nomear plantas aquáticas. Sua entrada no português brasileiro se deu pela necessidade de nomear a flora local.
Uso Botânico e Popular
Séculos XVIII a XX — 'Taguá' consolida-se como nome comum para diversas plantas aquáticas, especialmente as do gênero Nymphaea (nenúfares). O uso é predominantemente botânico e popular, referindo-se à planta em si e suas características.
Uso Contemporâneo
Atualidade — 'Taguá' mantém seu uso como nome botânico e popular. Pode aparecer em contextos de jardinagem, ecologia aquática e em referências culturais que remetem à flora brasileira.
Origem tupi.