telófase
Do grego 'telos' (fim) + 'phasis' (aparência, fase).
Origem
Deriva do grego 'telos' (fim) e 'pháseos' (aparência, fase). A junção dos termos descreve a etapa final de um ciclo ou processo biológico.
Mudanças de sentido
O termo manteve seu sentido estritamente científico, referindo-se à última fase da mitose ou meiose.
A palavra 'telófase' foi cunhada no contexto da biologia celular para descrever um fenômeno específico e observável. Seu sentido permaneceu técnico e preciso, sem desvios para usos metafóricos ou populares.
Primeiro registro
Registros em publicações científicas e manuais de biologia no Brasil, refletindo a adoção do termo pela comunidade acadêmica.
Momentos culturais
Presente em livros didáticos de biologia, documentários científicos e materiais de divulgação sobre genética e divisão celular.
Comparações culturais
Inglês: 'Telophase'. Espanhol: 'Telofase'. Ambos os idiomas utilizam termos etimologicamente idênticos ou muito similares, refletindo a origem grega comum e a padronização internacional da terminologia científica.
Relevância atual
A palavra 'telófase' mantém sua relevância como um termo técnico fundamental na biologia, essencial para a compreensão de processos celulares vitais e para a pesquisa em áreas como genética, medicina e biotecnologia.
Origem Etimológica
Século XIX — do grego 'telos' (fim) e 'pháseos' (aparência, fase), indicando a fase final de um processo.
Entrada no Português Brasileiro
Início do século XX — termo técnico introduzido com o avanço da biologia e citologia, especialmente no meio acadêmico e científico.
Uso Contemporâneo
Atualidade — termo consolidado na linguagem científica e acadêmica, utilizado em contextos de ensino, pesquisa e divulgação científica sobre divisão celular.
Do grego 'telos' (fim) + 'phasis' (aparência, fase).