teratologia
Do grego teras (monstro, aberração) + logia (estudo).
Origem
Do grego 'teratos' (monstro, aberração) e 'logos' (estudo). Refere-se ao estudo científico das anomalias congênitas.
Mudanças de sentido
Sentido estritamente científico: estudo das anomalias congênitas e malformações.
Mantém o sentido científico primário. Uso metafórico ocasional para descrever o grotesco ou monstruoso.
Embora o uso científico seja predominante, em contextos literários ou coloquiais, 'teratologia' pode ser empregada para descrever algo que foge radicalmente do normal, algo monstruoso em sua forma ou concepção, mas este uso é menos comum e mais restrito.
Primeiro registro
Registros em publicações médicas e científicas em português, acompanhando a disseminação do termo em outras línguas europeias.
Momentos culturais
Avanços na genética e embriologia impulsionam a relevância do estudo teratológico em pesquisas e na medicina.
Comparações culturais
Inglês: 'Teratology' (mesma origem e uso científico). Espanhol: 'Teratología' (mesma origem e uso científico). Francês: 'Tératologie' (mesma origem e uso científico). Alemão: 'Teratologie' (mesma origem e uso científico).
Relevância atual
Fundamental na medicina moderna, genética, biologia do desenvolvimento e pesquisa de anomalias congênitas. Essencial para o diagnóstico, tratamento e prevenção de condições médicas.
Origem Etimológica
Século XIX — do grego antigo 'teratos' (monstro, aberração) e 'logos' (estudo). A palavra foi cunhada para descrever o estudo científico de anomalias congênitas.
Entrada e Uso Inicial no Português
Final do século XIX/Início do século XX — A palavra 'teratologia' entra no vocabulário científico e médico em português, refletindo o avanço da biologia e da medicina. Seu uso era restrito a círculos acadêmicos e de pesquisa.
Uso Contemporâneo
Atualidade — 'Teratologia' é um termo técnico amplamente utilizado na medicina (especialmente embriologia e genética) e na biologia para se referir ao estudo das anomalias congênitas e malformações. Fora do meio científico, pode ser usada metaforicamente para descrever algo monstruoso ou grotesco, embora com menor frequência.
Do grego teras (monstro, aberração) + logia (estudo).