tilacino
Do grego 'thylakos' (bolsa) e 'kyon' (cão).
Origem
Do grego 'thylakos' (bolsa) e 'kyon' (cão). O nome científico original foi 'Thylacinus cynocephalus', que significa 'cão de cabeça de bolsa'.
Primeiro registro
Registros em publicações científicas e zoológicas brasileiras que discutiam a fauna global, especialmente a australiana. A entrada no uso geral é tardia e restrita a nichos.
Representações
Principalmente em documentários sobre a vida selvagem e extinção, como 'The Last Tasmanian Tiger' (1982) e menções em discussões sobre a possibilidade de clonagem ou desextinção. Raramente aparece em ficção popular brasileira.
Comparações culturais
Inglês: 'Tasmanian tiger' ou 'thylacine'. O termo 'thylacine' é amplamente utilizado em publicações científicas e de divulgação. Espanhol: 'tilacino' ou 'tigre de Tasmania'. O uso é similar ao português, restrito a contextos zoológicos e de conservação. Alemão: 'Tasmanischer Tiger' ou 'Beutelwolf'.
Relevância atual
A palavra 'tilacino' mantém sua relevância em discussões científicas sobre extinção e biodiversidade. É um termo técnico que evoca a perda de espécies e o debate sobre a viabilidade da desextinção, sendo um símbolo da fauna australiana extinta.
Origem Etimológica
Século XIX - Deriva do grego 'thylakos' (bolsa) e 'kyon' (cão), referindo-se à bolsa marsupial e à sua aparência canina.
Entrada no Português Brasileiro
Final do século XIX/Início do século XX - A palavra 'tilacino' entra no vocabulário científico e de zoologia no Brasil, provavelmente através de publicações acadêmicas e traduções de obras estrangeiras sobre a fauna australiana.
Uso Contemporâneo
Atualidade - 'Tilacino' é uma palavra formal, restrita a contextos científicos, documentários sobre extinção e discussões sobre a recuperação de espécies extintas. É reconhecida como um termo dicionarizado.
Do grego 'thylakos' (bolsa) e 'kyon' (cão).