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tinção

Derivado do verbo 'tingir'.

Origem

Antiguidade Clássica

Do latim 'tinctio', significando 'tingimento', 'cor', derivado de 'tingere' (tingir, molhar).

Mudanças de sentido

Idade Média - Período Colonial

Sentido primário de tingir ou colorir materiais, como tecidos e cabelos.

Século XIX - Atualidade

Ampliação para usos técnicos e científicos, como a tinção em microscopia para realçar estruturas celulares. O sentido de 'cor resultante' também se mantém.

Primeiro registro

Período Medieval

Registros em textos antigos referindo-se a processos de tingimento de tecidos e outros materiais. (Referência: corpus_portugues_antigo.txt)

Momentos culturais

Período Colonial

A tinção de tecidos era uma arte e um ofício importante, com técnicas passadas de geração em geração.

Século XX

Popularização de tinturas para cabelo e roupas, tornando a 'tinção' um ato comum no cotidiano.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'dyeing' (ato de tingir) ou 'tint' (cor, matiz). Espanhol: 'tinte' (cor, tinta) ou 'teñido' (ato de tingir). O conceito é amplamente compartilhado, com variações lexicais.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'tinção' é formal e dicionarizada, usada tanto no contexto doméstico (tingir cabelo, roupas) quanto em contextos técnicos e científicos (tinção biológica, química). Sua presença é estável e ligada a processos de coloração.

Origem Etimológica

Deriva do latim 'tinctio', que significa 'ato de tingir' ou 'cor'. O radical 'tingere' remete à ideia de molhar, mergulhar em cor.

Entrada no Português

A palavra 'tinção' foi incorporada ao vocabulário português, mantendo seu sentido original ligado ao processo de coloração de materiais, como tecidos, cabelos ou pele.

Uso Moderno e Especializado

Mantém o sentido de tingimento, mas também adquire usos técnicos em áreas como biologia (tinção de lâminas) e química, referindo-se a processos de coloração para visualização.

tinção

Derivado do verbo 'tingir'.

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