tireotoxicose
Do grego 'thyreoeidēs' (tireoide) + 'toxikon' (veneno) + sufixo '-osis' (condição).
Origem
Formada a partir do grego 'thyreos' (escudo), em referência à glândula tireoide, e 'toxikon' (veneno), indicando um estado de toxicidade.
Mudanças de sentido
O sentido original e técnico de 'condição de excesso de hormônios tireoidianos' permanece estável, sem ressignificações notáveis.
A palavra 'tireotoxicose' manteve seu significado estritamente médico-científico desde sua criação, diferentemente de termos que sofrem popularização ou metamorfose semântica.
Primeiro registro
Registros em publicações médicas e científicas da época, indicando sua adoção pela comunidade médica.
Comparações culturais
Inglês: 'thyrotoxicosis'. Espanhol: 'tirotoxicosis'. Ambos os idiomas utilizam termos etimologicamente idênticos ou muito similares, refletindo a origem grega comum e a padronização internacional da terminologia médica.
Relevância atual
A palavra 'tireotoxicose' mantém sua relevância como termo técnico essencial na medicina, especificamente na endocrinologia e clínica médica, para descrever uma condição patológica específica. Sua presença é restrita a contextos formais e informativos sobre saúde.
Origem Etimológica
Final do século XIX - Formada a partir do grego 'thyreos' (escudo) + 'toxikon' (veneno), referindo-se a uma condição tóxica relacionada à tireoide.
Entrada na Língua Portuguesa
Início do século XX - A palavra 'tireotoxicose' entra no vocabulário médico e científico em português, refletindo avanços na endocrinologia.
Uso Contemporâneo
Atualidade - Termo médico formal, utilizado em contextos clínicos e acadêmicos, com pouca ou nenhuma penetração na linguagem coloquial.
Do grego 'thyreoeidēs' (tireoide) + 'toxikon' (veneno) + sufixo '-osis' (condição).