Palavras

tocos

Origem incerta, possivelmente relacionada a 'toco' (tronco pequeno).

Origem

Latim

Do latim 'truncus', que significa tronco, parte cortada, despojada de membros.

Mudanças de sentido

Século XV/XVI

Parte final de um tronco de árvore ou de algo cortado; pedaço de madeira.

Séculos XVII-XIX

Restos de comida; partes insignificantes ou remanescentes de algo consumido ou utilizado.

Século XX-Atualidade

Partes finais de qualquer objeto; em sentido figurado, o que resta de algo; pode aparecer em expressões como 'toco de vela' ou 'toco de cigarro'.

A palavra 'toco' pode ser usada para descrever partes de plantas que restam após a colheita ou poda, ou em contextos mais amplos para se referir a qualquer fragmento ou resíduo.

Primeiro registro

Século XV/XVI

Registros em documentos de navegação e inventários da época, indicando o uso de madeira e suas partes cortadas. (Referência: Corpus de Textos Antigos da Língua Portuguesa).

Momentos culturais

Brasil Colonial

Uso em relatos sobre exploração de madeira e atividades rurais, indicando a presença da palavra em contextos de trabalho e subsistência.

Literatura Brasileira

Aparece em obras que descrevem o cotidiano, a natureza ou objetos do dia a dia, como em descrições de fogueiras, móveis rústicos ou restos de refeições.

Comparações culturais

Inglês: 'stump' (para toco de árvore), 'butt' (para toco de cigarro ou vela), 'remnant' (para restos). Espanhol: 'tocón' (para toco de árvore), 'rabillo' (para toco de cigarro), 'restos' (para restos). O conceito de 'toco' como parte final e cortada é comum em diversas línguas românicas e germânicas, com vocabulário específico para diferentes tipos de tocos.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'tocos' é amplamente utilizada no português brasileiro em seu sentido literal (pedaços de madeira, restos de comida, tocos de vela/cigarro) e em expressões idiomáticas. Sua simplicidade e concretude a mantêm relevante no vocabulário cotidiano, sem grandes ressignificações recentes.

Origem e Entrada no Português

Século XV/XVI — Derivado do latim 'truncus', significando tronco, parte cortada. A palavra 'toco' surge no português com o sentido de parte final, pedaço cortado, especialmente de madeira. Sua entrada na língua acompanha a expansão marítima e o uso de madeira em construções e navegação.

Evolução de Sentido e Uso

Séculos XVII-XIX — O sentido se expande para abranger restos de qualquer material cortado ou consumido, incluindo comida. Começa a ser usado metaforicamente para partes insignificantes ou remanescentes. No Brasil colonial, pode ter sido usado em contextos rurais e de exploração de recursos naturais.

Uso Contemporâneo e Diversificação

Século XX-Atualidade — A palavra 'tocos' mantém seus sentidos originais (pedaços de madeira, restos) e ganha novas conotações, como partes finais de algo, ou em expressões idiomáticas. É uma palavra comum no vocabulário cotidiano, presente em contextos informais e formais.

tocos

Origem incerta, possivelmente relacionada a 'toco' (tronco pequeno).

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