toxemia
Do grego 'toxikon' (veneno) + grego 'haima' (sangue).
Origem
Do grego 'toxikon' (veneno) e 'haima' (sangue), indicando literalmente 'veneno no sangue'.
Mudanças de sentido
O sentido permaneceu estritamente médico, referindo-se a condições patológicas onde toxinas circulavam no sangue. Não houve ressignificações populares ou metafóricas significativas.
A palavra 'toxemia' manteve seu caráter técnico e científico, sem migrar para o uso coloquial ou figurado, ao contrário de termos que descrevem estados emocionais ou sociais.
Primeiro registro
Registros em publicações médicas e científicas em português, acompanhando a disseminação do termo em outras línguas europeias.
Comparações culturais
Inglês: 'Toxemia' (mesma origem e uso médico). Espanhol: 'Toxemia' (mesma origem e uso médico). Francês: 'Toxémie' (mesma origem e uso médico).
Relevância atual
A palavra 'toxemia' mantém sua relevância estritamente no campo da medicina e da toxicologia. É um termo técnico para descrever a presença de substâncias tóxicas na corrente sanguínea, frequentemente associado a condições como sepse ou intoxicações graves. Não possui uso fora do contexto clínico ou científico, nem presença em discussões populares, digitais ou culturais.
Origem Etimológica
Século XIX — Formada a partir do grego 'toxikon' (veneno) e 'haima' (sangue).
Entrada na Língua Portuguesa
Final do século XIX/Início do século XX — A palavra 'toxemia' entra no vocabulário médico e científico em português, refletindo o avanço da medicina e da toxicologia.
Uso Contemporâneo
Atualidade — Termo médico formal, utilizado em contextos clínicos e de pesquisa para descrever a presença de toxinas no sangue, com pouca ou nenhuma ressonância fora do meio especializado.
Do grego 'toxikon' (veneno) + grego 'haima' (sangue).