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trilobitas

Do grego 'trilobites', composto por 'tri-' (três) e 'lobos' (lóbulo).

Origem

Século XIX

Do grego 'trilobitos', junção de 'tri' (três) e 'lobos' (lóbulo), descrevendo a morfologia do organismo.

Primeiro registro

Século XIX

A entrada da palavra no português se deu com a disseminação da paleontologia como ciência, a partir de publicações científicas e traduções de trabalhos europeus sobre fósseis.

Comparações culturais

Inglês: 'Trilobite', com a mesma origem grega e uso científico. Espanhol: 'Trilobites', igualmente derivado do grego e empregado em contextos paleontológicos. Alemão: 'Trilobiten', seguindo a mesma raiz etimológica e aplicação científica.

Relevância atual

A palavra 'trilobitas' mantém sua relevância estritamente no campo da paleontologia e geologia, sendo fundamental para a classificação e estudo da vida no período Paleozoico. Sua presença é notável em museus, artigos científicos e materiais didáticos.

Origem Etimológica

Século XIX — do grego 'trilobitos', composto por 'tri' (três) e 'lobos' (lóbulo), referindo-se à divisão característica do corpo em três partes longitudinais.

Entrada e Uso na Língua Portuguesa

Século XIX/XX — A palavra 'trilobitas' entra no vocabulário científico e acadêmico do português, principalmente através de estudos geológicos e paleontológicos, importada de terminologias científicas internacionais.

Uso Contemporâneo

Atualidade — 'Trilobitas' é um termo técnico restrito a contextos acadêmicos, museus de história natural, paleontologia e educação científica. Não possui uso coloquial ou popular fora desses nichos.

trilobitas

Do grego 'trilobites', composto por 'tri-' (três) e 'lobos' (lóbulo).

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