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trilobites

Do grego 'trilobites', de 'tri-' (três) e 'lobos' (lóbulo), referindo-se aos três lóbulos longitudinais do corpo.

Origem

Século XIX

Deriva do latim científico 'Trilobita', cunhado pelo naturalista suíço Louis Agassiz em 1847. O nome vem do grego 'tri-' (três) e 'lobos' (lóbulo), referindo-se à divisão longitudinal do corpo em três partes (axial e duas pleurais).

Primeiro registro

Século XIX

Registros em publicações científicas e livros didáticos de geologia e paleontologia no Brasil e em Portugal, a partir da disseminação do conhecimento científico europeu.

Comparações culturais

Inglês: 'Trilobite'. Espanhol: 'Trilobite'. Francês: 'Trilobite'. Alemão: 'Trilobit'. O termo é amplamente internacionalizado na comunidade científica, mantendo a raiz greco-latina em diversas línguas.

Relevância atual

A palavra 'trilobitas' mantém sua relevância como termo técnico para um grupo extinto de artrópodes, fundamental para o estudo da evolução da vida na Terra e para a datação de rochas sedimentares. É um termo comum em museus e materiais educativos sobre pré-história.

Origem Geológica e Nomeação

Paleozoico (Cambriano a Permiano) — Período em que os trilobitas existiram como grupo extinto de artrópodes marinhos. O nome 'trilobita' surge posteriormente, derivado de suas características morfológicas.

Entrada na Língua Portuguesa

Século XIX — A palavra 'trilobita' (singular) e 'trilobitas' (plural) entra no vocabulário científico e educacional do português, especialmente com o avanço da paleontologia e da geologia.

Uso Contemporâneo

Atualidade — A palavra é utilizada predominantemente em contextos acadêmicos, museus de história natural, publicações científicas e educacionais, referindo-se ao grupo fóssil.

trilobites

Do grego 'trilobites', de 'tri-' (três) e 'lobos' (lóbulo), referindo-se aos três lóbulos longitudinais do corpo.

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