tripliquem
Derivado de 'triplo' + sufixo verbal '-icar'.
Origem
Do latim 'triplicare', de 'tri-' (três) e 'plicare' (dobrar, enrolar).
Mudanças de sentido
Significado literal de 'tornar três vezes maior' ou 'dobrar três vezes'.
Mantém o sentido literal em contextos matemáticos, econômicos e científicos. Ex: 'Que os lucros tripliquem este ano'.
Primeiro registro
Registros em textos de matemática e contabilidade da época, onde a necessidade de quantificar aumentos por três era expressa.
Momentos culturais
Aparece em discursos de planejamento econômico e metas de produção, como em planos governamentais ou estratégias empresariais.
Representações
Pode ser encontrada em legendas de gráficos financeiros em noticiários, em roteiros de filmes ou séries que abordam negócios e economia, ou em documentos oficiais.
Comparações culturais
Inglês: 'triple' (verbo) e suas conjugações como 'may they triple'. Espanhol: 'triplicar' e suas conjugações como 'que tripliquen'. O conceito de multiplicar por três é universal, mas a forma verbal específica 'tripliquem' é particular ao português.
Relevância atual
A palavra 'tripliquem' mantém sua relevância em contextos formais e técnicos, especialmente em finanças, ciência e planejamento. Sua conjugação específica a torna uma escolha precisa para expressar um desejo ou uma condição hipotética de triplicação em terceira pessoa do plural.
Origem Latina e Formação
Século XV - Deriva do latim 'triplicare', composto por 'tri-' (três) e 'plicare' (dobrar, enrolar), significando literalmente 'dobrar três vezes' ou 'tornar três vezes maior'. A forma verbal 'tripliquem' é uma conjugação do presente do subjuntivo ou imperativo para a terceira pessoa do plural.
Entrada e Uso no Português
Séculos XVI-XVIII - O verbo 'triplicar' e suas conjugações, como 'tripliquem', entram no vocabulário formal do português, utilizado em contextos matemáticos, econômicos e descritivos de crescimento ou multiplicação.
Uso Contemporâneo
Século XX-Atualidade - A palavra 'tripliquem' mantém seu uso formal em contextos que exigem precisão numérica ou quantitativa, como em relatórios financeiros, propostas científicas ou instruções técnicas. Sua presença é mais comum na escrita formal do que na fala cotidiana.
Derivado de 'triplo' + sufixo verbal '-icar'.