ultracentrífuga
Formado pelo prefixo 'ultra-' (além, muito) e 'centrífuga' (que tende a se afastar do centro).
Origem
Composta pelo prefixo latino 'ultra-' (além, além de) e 'centrífuga' (que foge do centro). 'Centrífuga' deriva do latim 'centrifugus', de 'centrum' (centro) e 'fugere' (fugir).
Mudanças de sentido
A palavra surge com um sentido estritamente técnico, descrevendo um tipo específico de força ou equipamento que opera em velocidades superiores às centrífugas convencionais.
O sentido permanece técnico e específico, sem migrar para o uso coloquial ou figurado.
Primeiro registro
Registros em publicações científicas e manuais técnicos da época, descrevendo o desenvolvimento de novas tecnologias de separação.
Comparações culturais
Inglês: 'ultracentrifuge' (termo técnico idêntico). Espanhol: 'ultracentrífuga' (termo técnico idêntico). Alemão: 'Ultrazentrifuge' (termo técnico idêntico).
Relevância atual
A palavra 'ultracentrífuga' mantém sua relevância no campo da ciência e tecnologia, especialmente em áreas como bioquímica, biologia molecular e engenharia de materiais, onde centrífugas de alta performance são essenciais para pesquisa e desenvolvimento. Sua presença é restrita a contextos acadêmicos e industriais especializados.
Origem Etimológica
Formada pelo prefixo latino 'ultra-' (além, além de) e 'centrífuga' (que foge do centro). A palavra 'centrífuga' deriva do latim 'centrifugus', composto por 'centrum' (centro) e 'fugere' (fugir).
Entrada na Língua Portuguesa
A palavra 'ultracentrífuga' surge no vocabulário científico e técnico, provavelmente no final do século XIX ou início do século XX, com o desenvolvimento de equipamentos de laboratório mais sofisticados.
Uso Contemporâneo
A palavra é utilizada predominantemente em contextos científicos e de engenharia, referindo-se a centrífugas de alta velocidade usadas em laboratórios para separação de materiais.
Formado pelo prefixo 'ultra-' (além, muito) e 'centrífuga' (que tende a se afastar do centro).