urodelos
Do grego 'ourá' (cauda) e 'hylē' (matéria, substância), referindo-se à presença de cauda.
Origem
Do grego 'ourá' (cauda) e 'delos' (visível). A etimologia reflete a principal característica morfológica dos animais classificados como urodelos: a presença de cauda.
Primeiro registro
Presumivelmente em publicações científicas e tratados de zoologia em português, seguindo a nomenclatura taxonômica internacional estabelecida na época.
Comparações culturais
Inglês: 'Urodela' ou 'salamanders' (termo mais comum para o grupo). Espanhol: 'Urodelos' ou 'salamandras'. A terminologia científica é amplamente internacionalizada, com raízes gregas e latinas, mantendo a similaridade entre as línguas.
Relevância atual
A palavra 'urodelos' mantém sua relevância no campo da biologia, especificamente na herpetologia (estudo de anfíbios e répteis). É fundamental para a classificação taxonômica e para a comunicação científica precisa sobre este grupo de animais, que inclui salamandras e tritões.
Origem Etimológica
Século XIX — do grego 'ourá' (cauda) e 'delos' (visível), referindo-se à característica marcante dos anfíbios que pertencem a esta ordem.
Entrada na Língua Portuguesa
Final do século XIX/Início do século XX — A palavra 'urodelos' entra no vocabulário científico e acadêmico do português, provavelmente através de publicações e traduções científicas europeias.
Uso Contemporâneo
Atualidade — Termo técnico da biologia e zoologia, usado em contextos acadêmicos, de pesquisa e em materiais didáticos para classificar um grupo específico de anfíbios. É uma palavra formal/dicionarizada.
Do grego 'ourá' (cauda) e 'hylē' (matéria, substância), referindo-se à presença de cauda.