verbosidade
Do latim 'verbositas, -atis'.
Origem
Do latim 'verbositas', advindo de 'verbum' (palavra), referindo-se à abundância de palavras.
Mudanças de sentido
Mantém o sentido latino de excesso de palavras, loquacidade.
Consolidada como termo formal para descrever a fala ou escrita prolixa e, por vezes, vazia.
A conotação da palavra 'verbosidade' é frequentemente negativa, associada à falta de objetividade ou à tentativa de mascarar a ausência de conteúdo com muitas palavras.
Primeiro registro
Registros em obras literárias e gramaticais a partir do século XVIII, consolidando seu uso formal.
Momentos culturais
Presente em críticas literárias e discursos políticos para descrever oratória excessiva ou escrita prolixa.
Utilizada em debates acadêmicos e jornalísticos para analisar a comunicação em massa e a retórica política.
Vida emocional
Associada a sentimentos de impaciência, desconfiança ou tédio diante de discursos longos e pouco substanciais.
Vida digital
Menos comum em memes ou viralizações, mas aparece em discussões sobre comunicação online, 'textão' e excesso de informação.
Comparações culturais
Inglês: 'Verbosity' ou 'wordiness', com sentido similar de excesso de palavras. Espanhol: 'Verbosidad', também com o mesmo significado. Francês: 'Verbosité'.
Relevância atual
A palavra 'verbosidade' mantém sua relevância em contextos formais, acadêmicos e de crítica à comunicação, especialmente em um cenário digital saturado de informações.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'verbositas', que significa 'qualidade de ser tagarela', 'excesso de palavras', originado de 'verbum' (palavra).
Entrada no Português
A palavra 'verbosidade' foi incorporada ao léxico português, mantendo seu sentido original de excesso de palavras ou loquacidade.
Uso Formal e Dicionarizado
Registrada em dicionários como um termo formal para descrever a característica de quem fala ou escreve em demasia, muitas vezes sem conteúdo substancial.
Do latim 'verbositas, -atis'.