verossímil

Do latim 'verisimilis', de 'verus' (verdadeiro) + 'similis' (semelhante).

Origem

Antiguidade Clássica

Do latim 'verisimilis', junção de 'verus' (verdadeiro) e 'similis' (semelhante).

Mudanças de sentido

Idade Média - Atualidade

O sentido de 'que parece verdadeiro' ou 'plausível' permaneceu estável ao longo dos séculos, sem grandes ressignificações.

A palavra 'verossímil' é frequentemente contrastada com 'verídico' (que é verdadeiro) e 'possível' (que pode acontecer). Sua aplicação reside na avaliação da credibilidade de uma narrativa ou argumento.

Primeiro registro

Período Medieval

Registros em textos literários e jurídicos da época, indicando seu uso em discussões sobre a veracidade de relatos e leis.

Momentos culturais

Séculos XVII-XVIII

Frequente em tratados de retórica e poética, onde a verossimilhança era um critério fundamental para a aceitação de obras literárias.

Século XX

Utilizada em discussões sobre realismo na literatura e no cinema, avaliando a capacidade de uma obra de espelhar a realidade.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'verisimilar' (menos comum, 'plausible' é mais usual). Espanhol: 'verosímil' (uso idêntico ao português). Francês: 'vraisemblable'. Italiano: 'verosimile'.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'verossímil' mantém sua importância em campos como o jornalismo, a literatura, o direito e a filosofia, onde a distinção entre o que parece verdadeiro e o que é verdadeiro é crucial para a análise crítica e a construção do conhecimento.

Origem Etimológica

Deriva do latim 'verisimilis', composto por 'verus' (verdadeiro) e 'similis' (semelhante).

Entrada no Português

A palavra foi incorporada ao léxico português, mantendo seu sentido original de algo que aparenta ser verdadeiro.

Uso Contemporâneo

Mantém o significado de plausibilidade e aparência de verdade, sendo comum em contextos literários, jurídicos e argumentativos.

verossímil

Do latim 'verisimilis', de 'verus' (verdadeiro) + 'similis' (semelhante).

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