Palavras

volição

Do latim 'volitio, -onis', derivado de 'volo, volare' (querer).

Origem

Latim

Do latim 'volitio, volitionis', significando 'ato de querer', 'vontade', 'livre arbítrio'.

Mudanças de sentido

Latim/Português Antigo

Sentido original de 'ato ou faculdade de querer'.

Séculos XVI-XIX

Ênfase no conceito filosófico e teológico de livre arbítrio e autonomia da vontade.

Atualidade

Mantém o sentido formal, mas com uso restrito a contextos específicos, sendo menos comum no discurso geral.

A palavra 'volição' é formal e dicionarizada, com seu uso mais frequente em textos acadêmicos, filosóficos ou jurídicos que tratam da capacidade de escolha e da agência humana. No dia a dia, termos como 'vontade', 'intenção' ou 'desejo' são preferidos pela sua maior acessibilidade e uso corrente.

Primeiro registro

Século XIV/XV

Entrada no léxico português através do latim erudito, com registros em textos filosóficos e teológicos da época.

Momentos culturais

Séculos XVI-XIX

Relevante em debates filosóficos sobre livre arbítrio versus determinismo, e em discussões teológicas sobre a natureza da alma e da escolha divina.

Século XX

Aparece em estudos psicológicos e psicanalíticos sobre a motivação e a vontade humana.

Comparações culturais

Inglês: 'Volition' é usada de forma similar, em contextos filosóficos e psicológicos, mas também é menos comum no uso diário que 'will' ou 'choice'. Espanhol: 'Volición' existe e é usada em contextos acadêmicos e filosóficos, similar ao português, com 'voluntad' sendo o termo mais comum no cotidiano. Francês: 'Volition' é um termo técnico em psicologia, com 'volonté' sendo o termo geral para vontade.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'volição' mantém sua relevância em nichos acadêmicos e técnicos, especialmente em filosofia, psicologia e direito, onde a precisão conceitual sobre a capacidade de escolha e a intenção é crucial. Fora desses âmbitos, seu uso é limitado, sendo considerada uma palavra erudita.

Origem Etimológica e Entrada no Português

Século XIV/XV — Deriva do latim 'volitio, volitionis', que significa 'ato de querer', 'vontade', 'livre arbítrio'. A palavra entrou no português através do latim erudito, mantendo seu sentido original.

Uso Formal e Filosófico

Séculos XVI a XIX — Utilizada predominantemente em contextos filosóficos, teológicos e jurídicos para discutir a capacidade de escolha e a autonomia da vontade. Mantém um registro formal e dicionarizado.

Uso Contemporâneo

Século XX e Atualidade — Continua sendo uma palavra formal, encontrada em dicionários e textos acadêmicos. Seu uso no cotidiano é raro, sendo substituída por 'vontade' ou 'desejo'.

volição

Do latim 'volitio, -onis', derivado de 'volo, volare' (querer).

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