volição
Do latim 'volitio, -onis', derivado de 'volo, volare' (querer).
Origem
Do latim 'volitio, volitionis', significando 'ato de querer', 'vontade', 'livre arbítrio'.
Mudanças de sentido
Sentido original de 'ato ou faculdade de querer'.
Ênfase no conceito filosófico e teológico de livre arbítrio e autonomia da vontade.
Mantém o sentido formal, mas com uso restrito a contextos específicos, sendo menos comum no discurso geral.
A palavra 'volição' é formal e dicionarizada, com seu uso mais frequente em textos acadêmicos, filosóficos ou jurídicos que tratam da capacidade de escolha e da agência humana. No dia a dia, termos como 'vontade', 'intenção' ou 'desejo' são preferidos pela sua maior acessibilidade e uso corrente.
Primeiro registro
Entrada no léxico português através do latim erudito, com registros em textos filosóficos e teológicos da época.
Momentos culturais
Relevante em debates filosóficos sobre livre arbítrio versus determinismo, e em discussões teológicas sobre a natureza da alma e da escolha divina.
Aparece em estudos psicológicos e psicanalíticos sobre a motivação e a vontade humana.
Comparações culturais
Inglês: 'Volition' é usada de forma similar, em contextos filosóficos e psicológicos, mas também é menos comum no uso diário que 'will' ou 'choice'. Espanhol: 'Volición' existe e é usada em contextos acadêmicos e filosóficos, similar ao português, com 'voluntad' sendo o termo mais comum no cotidiano. Francês: 'Volition' é um termo técnico em psicologia, com 'volonté' sendo o termo geral para vontade.
Relevância atual
A palavra 'volição' mantém sua relevância em nichos acadêmicos e técnicos, especialmente em filosofia, psicologia e direito, onde a precisão conceitual sobre a capacidade de escolha e a intenção é crucial. Fora desses âmbitos, seu uso é limitado, sendo considerada uma palavra erudita.
Origem Etimológica e Entrada no Português
Século XIV/XV — Deriva do latim 'volitio, volitionis', que significa 'ato de querer', 'vontade', 'livre arbítrio'. A palavra entrou no português através do latim erudito, mantendo seu sentido original.
Uso Formal e Filosófico
Séculos XVI a XIX — Utilizada predominantemente em contextos filosóficos, teológicos e jurídicos para discutir a capacidade de escolha e a autonomia da vontade. Mantém um registro formal e dicionarizado.
Uso Contemporâneo
Século XX e Atualidade — Continua sendo uma palavra formal, encontrada em dicionários e textos acadêmicos. Seu uso no cotidiano é raro, sendo substituída por 'vontade' ou 'desejo'.
Do latim 'volitio, -onis', derivado de 'volo, volare' (querer).