xilema

Do grego xylon, 'madeira'.

Origem

Século XIX

Do grego antigo ξύλημα (xýlēma), que significa 'madeira' ou 'material lenhoso', derivado de ξύλον (xýlon).

Mudanças de sentido

Século XIX

Originalmente cunhado para descrever o tecido condutor de seiva bruta nas plantas, com foco em sua composição lenhosa.

Atualidade

Mantém seu sentido técnico original, sendo fundamental para a compreensão da anatomia e fisiologia vegetal.

A palavra 'xilema' não sofreu grandes ressignificações semânticas em português, mantendo-se estritamente ligada ao seu conceito científico de tecido vegetal.

Primeiro registro

Final do século XIX / Início do século XX

Presença em obras botânicas e científicas em português, possivelmente em traduções de trabalhos europeus.

Comparações culturais

Inglês: 'xylem'. Espanhol: 'xilema'. Ambos os idiomas adotaram o termo de origem grega com grafia e pronúncia muito similares, refletindo a internacionalização da terminologia científica botânica.

Relevância atual

Termo essencial no estudo da botânica, fisiologia vegetal, ecologia e agronomia no Brasil. Presente em currículos escolares e universitários, e em pesquisas científicas.

Origem Etimológica

Século XIX — do grego antigo ξύλημα (xýlēma), derivado de ξύλον (xýlon), que significa 'madeira'. O termo foi cunhado para descrever o tecido lenhoso das plantas.

Entrada no Português Brasileiro

Final do século XIX / Início do século XX — A palavra 'xilema' entra no vocabulário científico e botânico do português, provavelmente através de publicações acadêmicas e traduções de obras estrangeiras.

Uso Contemporâneo

Atualidade — 'Xilema' é um termo técnico amplamente utilizado em botânica, biologia e agronomia, presente em livros didáticos, artigos científicos e discussões sobre fisiologia vegetal.

xilema

Do grego xylon, 'madeira'.

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