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xilogravura

Do grego xylos (madeira) + graphē (escrita, gravura).

Origem

Século XVI

Do grego xylon (madeira) e graphē (escrita, desenho). A etimologia reflete diretamente o processo técnico de gravar em madeira.

Mudanças de sentido

Século XIX

Inicialmente, o termo referia-se à técnica em si, com uso mais técnico e documental em publicações impressas.

Anos 1930-1950

O sentido se expande para abranger uma forma de arte popular e um elemento identitário cultural, especialmente no contexto da literatura de cordel.

A xilogravura deixa de ser apenas um método de ilustração para se tornar um símbolo da cultura popular nordestina, associada a narrativas, poesia e tradição oral.

Atualidade

Mantém o sentido de técnica artística e artesanal, mas também carrega um valor histórico e cultural significativo, sendo reconhecida como patrimônio artístico brasileiro.

Primeiro registro

Século XIX

Registros de uso da técnica e do termo em publicações brasileiras, acompanhando a expansão da imprensa no país. (Referência: 4_lista_exaustiva_portugues.txt)

Momentos culturais

Século XIX

Uso em jornais e revistas como forma de ilustração acessível, democratizando o acesso a imagens.

Anos 1930-1950

A consolidação da xilogravura na literatura de cordel, tornando-se um elemento visual intrínseco a essa manifestação cultural nordestina. Obras de artistas como J. Borges ganham projeção nacional e internacional.

Atualidade

Presença em feiras de arte, exposições, projetos de design gráfico e como elemento de valorização da identidade cultural brasileira.

Comparações culturais

Geral

Inglês: Woodcut. Espanhol: Xilografía. Ambas as línguas utilizam termos de origem grega similar para descrever a técnica. A disseminação da xilogravura como arte popular e expressão cultural é mais acentuada em países com forte tradição em gravura popular, como o Brasil (especialmente no Nordeste) e algumas regiões da Europa.

Relevância atual

Atualidade

A xilogravura mantém sua relevância como técnica artística, valorizada por sua expressividade, textura única e conexão com a história da arte e da comunicação visual. No Brasil, é um símbolo de identidade cultural, especialmente ligada ao Nordeste, e continua a ser praticada e apreciada por artistas e colecionadores.

Origem Etimológica

Século XVI — do grego xylon (madeira) e graphē (escrita, desenho), referindo-se à técnica de gravar em madeira.

Entrada e Consolidação no Português

Século XIX — A técnica e o termo 'xilogravura' ganham destaque no Brasil com a chegada da imprensa e a necessidade de ilustrações em jornais e livros. A xilogravura populariza-se como meio de ilustração acessível.

Auge da Popularidade e Identidade Cultural

Anos 1930-1950 — A xilogravura se consolida como uma forma de arte popular e expressão cultural brasileira, especialmente associada à literatura de cordel no Nordeste. Artistas como J. Borges elevam a técnica a um patamar artístico reconhecido nacional e internacionalmente.

Uso Contemporâneo

Atualidade — A xilogravura é reconhecida como técnica artística e artesanal, mantendo sua relevância na ilustração, na arte popular e em projetos gráficos. Continua a ser um símbolo da cultura nordestina e da arte brasileira.

xilogravura

Do grego xylos (madeira) + graphē (escrita, gravura).

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