átomo

Do grego 'atomos', indivisível.

Origem

Antiguidade Clássica

Do grego antigo ἄτομος (átomos), significando 'indivisível'. Conceito filosófico de Leucipo e Demócrito.

Mudanças de sentido

Antiguidade Clássica

Partícula fundamental e indivisível da matéria.

Século XIX

Mantém o sentido de partícula indivisível, base da teoria atômica de Dalton.

Século XX

Passa a designar a menor unidade de um elemento químico, composta por partículas subatômicas (prótons, nêutrons, elétrons). O sentido de 'indivisível' é cientificamente superado.

A descoberta da fissão nuclear e da fusão nuclear reforçou a ideia de que o átomo não é indivisível, mas sim uma estrutura complexa com grande potencial energético.

Atualidade

Termo científico para a unidade básica da matéria, mas também usado metaforicamente para 'a menor parte' ou 'essência' de algo.

Primeiro registro

Século XIX

A entrada da palavra 'átomo' no português é datada do século XIX, com a disseminação da química moderna. Referências em textos científicos da época.

Momentos culturais

Meados do Século XX

A era atômica, o desenvolvimento da bomba atômica e a energia nuclear marcaram profundamente a cultura global, associando 'átomo' a poder, destruição e progresso científico.

Ficção Científica

A palavra é recorrente em obras de ficção científica, explorando desde viagens atômicas até o uso de energia atômica em cenários futuristas.

Representações

Cinema e TV

Filmes como 'Dr. Fantástico' (1964) e séries como 'Os Simpsons' (com o personagem Homer Simpson trabalhando em uma usina nuclear) frequentemente utilizam o conceito de átomo e energia nuclear em suas narrativas.

Comparações culturais

Inglês: 'atom', com origem grega similar e evolução científica paralela. Espanhol: 'átomo', idêntico em origem e uso. Francês: 'atome', do grego. Alemão: 'Atom', também do grego.

Relevância atual

Atualidade

O termo 'átomo' continua sendo central na pesquisa científica, especialmente em áreas como física de partículas, nanotecnologia e energia nuclear. Sua conotação cultural persiste, ligada à ciência e ao poder.

Origem Grega e Conceito Filosófico

Antiguidade Clássica (século V a.C.) — Deriva do grego antigo ἄτομος (átomos), que significa 'indivisível'. Conceito introduzido por filósofos como Leucipo e Demócrito para descrever a menor partícula fundamental da matéria.

Entrada no Português e Uso Científico Inicial

Século XIX — A palavra 'átomo' entra no vocabulário científico em português, refletindo os avanços da química e da física. Inicialmente, mantinha o sentido de partícula indivisível, conforme a teoria atômica de Dalton.

Revolução Atômica e Novos Sentidos

Século XX — Com a descoberta da estrutura subatômica (prótons, nêutrons, elétrons) e a física nuclear, o sentido de 'indivisível' torna-se obsoleto cientificamente. A palavra passa a designar a menor unidade de um elemento químico que ainda retém suas propriedades, mas que é composta por partículas menores.

Uso Contemporâneo e Cultural

Atualidade — 'Átomo' é um termo fundamental na ciência (física, química, biologia) e na cultura popular, associado à energia nuclear, à tecnologia e a conceitos abstratos de 'menor parte' ou 'essência'.

átomo

Do grego 'atomos', indivisível.

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