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aglutinina

Do latim 'agglutinare' (colar, unir) + sufixo '-ina'.

Origem

Século XIX

Do latim 'agglutinare', que significa 'colar', 'aderir', composto por 'ad-' (a, para) e 'glutinare' (colar, com cola).

Mudanças de sentido

Século XIX

Originalmente um termo para descrever o ato físico de colar ou aderir.

Com o desenvolvimento da ciência, o sentido se especializou para descrever um fenômeno bioquímico e imunológico específico.

Final do século XIX / Início do século XX

Passa a designar substâncias que promovem a aglutinação, especialmente no contexto biológico.

O sentido se consolida na área da saúde, referindo-se a moléculas (como anticorpos) que causam a junção de partículas (como antígenos).

Primeiro registro

Final do século XIX / Início do século XX

Registros em publicações científicas e médicas da época, refletindo a adoção do termo pela comunidade acadêmica.

Comparações culturais

Inglês: 'agglutinin' - termo idêntico e com o mesmo uso científico. Espanhol: 'aglutinina' - termo idêntico e com o mesmo uso científico. Francês: 'agglutinine' - termo idêntico e com o mesmo uso científico.

Relevância atual

Essencial no diagnóstico de doenças infecciosas, autoimunes e na tipagem sanguínea. É um termo técnico fundamental na pesquisa biomédica e na prática clínica diária.

Origem Etimológica

Século XIX — Deriva do latim 'agglutinare', que significa 'colar', 'aderir', formado por 'ad-' (a, para) e 'glutinare' (colar, com cola). O termo se popularizou no contexto científico.

Entrada no Português

Final do século XIX / Início do século XX — A palavra 'aglutinina' entra no vocabulário científico e médico do português, especialmente com o avanço da imunologia e da bioquímica.

Uso Contemporâneo

Atualidade — Termo técnico amplamente utilizado em laboratórios, pesquisas médicas e diagnósticos, referindo-se a substâncias que causam aglutinação, como anticorpos.

aglutinina

Do latim 'agglutinare' (colar, unir) + sufixo '-ina'.

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