alabastro
Do grego alabastros, 'vaso sem asas'.
Origem
Do grego 'alabastros' (ἀλάβαστρος), referindo-se a um tipo de vaso sem alças feito de alabastro, uma pedra calcária macia e translúcida. Possível origem pré-grega ou ligada à cidade egípcia de Alabastron.
Latim 'alabaster', mantendo o sentido de pedra e vaso.
Mudanças de sentido
Vaso para perfumes e unguentos, feito de uma pedra específica.
Pedra e vaso, com conotações religiosas e funerárias.
Material nobre para escultura e ornamentação; evoca pureza e delicadeza.
Pedra, material de arte, e metaforicamente, algo branco, translúcido e suave.
A palavra mantém seu sentido primário de material geológico e artístico, mas pode ser usada em linguagem figurada para descrever qualidades de cor e textura, como em 'pele de alabastro' ou 'luz de alabastro'.
Primeiro registro
A entrada da palavra no português remonta à Idade Média, com a disseminação de termos latinos e gregos na Península Ibérica. Registros específicos em textos medievais portugueses.
Momentos culturais
Uso de vasos de alabastro em rituais egípcios e gregos.
Esculturas em mármore e alabastro de artistas como Michelangelo e Bernini.
Popularização de objetos decorativos em alabastro em residências burguesas.
Uso em joalheria, design de interiores e arte contemporânea.
Comparações culturais
Inglês: 'alabaster', com o mesmo sentido de pedra translúcida e cor branca. Espanhol: 'alabastro', idêntico ao português em origem e uso. Francês: 'albâtre', também derivado do grego e latim, com os mesmos significados. Italiano: 'alabastro', com a mesma raiz etimológica e aplicações.
Relevância atual
A palavra 'alabastro' é formal e dicionarizada, utilizada principalmente em contextos técnicos (geologia, arte, arquitetura) e em descrições literárias ou poéticas para evocar qualidades de brancura, translucidez e suavidade. Sua presença digital é limitada a discussões sobre arte, materiais de construção e história.
Origem Antiga e Etimologia
Antiguidade Clássica — a palavra 'alabastro' deriva do grego 'alabastros' (ἀλάβαστρος), referindo-se a um tipo de vaso sem alças feito de alabastro, uma pedra calcária macia e translúcida. A origem da palavra grega pode ser pré-grega ou ligada à cidade egípcia de Alabastron.
Entrada no Português e Uso Medieval
Idade Média — a palavra 'alabastro' entra no vocabulário português, provavelmente através do latim 'alabaster', mantendo o sentido original de pedra e de vasos feitos com ela, frequentemente usados para perfumes e unguentos em contextos religiosos e funerários.
Renascimento e Barroco
Renascimento e Barroco — o alabastro é amplamente utilizado em esculturas e ornamentos arquitetônicos, consolidando seu uso como material nobre e estético. A palavra 'alabastro' é usada em descrições artísticas e literárias para evocar pureza, delicadeza e luminosidade.
Uso Moderno e Contemporâneo
Séculos XIX-XXI — 'Alabastro' continua a ser usado para descrever a pedra e seus derivados, mas também pode ser empregado metaforicamente para descrever algo de cor branca ou translúcida, com textura suave. A palavra é formal e dicionarizada, encontrada em contextos de arte, geologia e design.
Do grego alabastros, 'vaso sem asas'.