Palavras

alazã

Origem incerta, possivelmente do latim 'alacer' (vivo, rápido) ou do árabe 'al-azhar' (a flor).

Origem

Século XIII

Do árabe hispânico 'al-azán', originado do árabe clássico 'aḍ-ḍābbah', referindo-se a um tipo de cavalo ou sua cor avermelhada/canela.

Mudanças de sentido

Século XIII

Cor específica da pelagem de cavalos, avermelhada/canela.

Séculos XV-XVIII

Consolidação do uso para pelagem equina em textos lusófonos.

Século XIX - Atualidade

Uso primário para cavalos, com extensão metafórica para outras tonalidades avermelhadas (canela, fogo).

A cor alazã é uma das mais comuns e reconhecidas em cavalos, o que solidifica seu uso técnico e descritivo. Metaforicamente, a palavra evoca calor, intensidade e, por vezes, um tom rústico ou selvagem, dependendo do contexto.

Primeiro registro

Século XIII

Registros da presença da palavra em textos medievais ibéricos, com posterior incorporação ao português.

Momentos culturais

Séculos XV-XVIII

Presença em relatos de viagens e crônicas sobre cavalos e a vida rural.

Século XIX

Uso em literatura regionalista e romances históricos que retratam o universo equestre.

Século XX - Atualidade

Comum em obras literárias, filmes e novelas que abordam o tema do campo, fazendas e cavalos, como em 'O Sertanejo' ou 'Pantanal'.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'Chestnut' ou 'Sorrel' para a cor do cavalo. Espanhol: 'Alazán' (derivado da mesma raiz árabe). Francês: 'Alezan'. Alemão: 'Fuchs'.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'alazã' mantém sua relevância no nicho da equinocultura e em contextos literários e artísticos que evocam a natureza e o universo rural. Sua sonoridade e origem remetem a uma tradição histórica.

Origem e Primeiros Usos

Século XIII - Deriva do árabe hispânico 'al-azán', que por sua vez vem do árabe clássico 'aḍ-ḍābbah', significando 'o animal de carga' ou 'o cavalo de cor de canela'. A cor alazã era associada a cavalos de pelagem avermelhada, comum na Península Ibérica.

Consolidação na Língua Portuguesa

Séculos XV-XVIII - A palavra 'alazã' se estabelece no vocabulário português, especialmente com a expansão marítima e a importância dos cavalos. É usada em crônicas, relatos de viagens e literatura para descrever a cor específica da pelagem equina.

Uso Moderno e Contemporâneo

Século XIX - Atualidade - Mantém seu uso primário para descrever a cor de cavalos, mas pode ser usada metaforicamente para outras tonalidades avermelhadas, como canela ou fogo. Ganha espaço em contextos de criação de cavalos, hipismo e literatura rural.

alazã

Origem incerta, possivelmente do latim 'alacer' (vivo, rápido) ou do árabe 'al-azhar' (a flor).

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