anacusis
Do grego an- (privativo) + akousis (audição).
Origem
do grego ἀνάκουσις (anákousis), significando 'falta de audição' ou 'surdez'. Deriva de ἀν- (an-), 'sem', e ἀκοή (akoḗ), 'audição'.
Mudanças de sentido
Significado original de 'falta de audição' ou 'surdez' no grego.
Entrada no português como termo médico para perda total da audição, diferenciando-se de 'surdez' pela especificidade clínica.
Mantém o sentido técnico de perda total da audição, com uso restrito a contextos médicos e científicos.
Primeiro registro
A entrada da palavra no vocabulário médico e científico em português se consolida a partir do século XIX, com a expansão da terminologia médica internacional. Registros em dicionários médicos e publicações científicas da época.
Comparações culturais
Inglês: 'anacusis' (mesma origem grega, uso médico similar). Espanhol: 'anacusia' (mesma origem grega, uso médico similar). Francês: 'anacousie' (mesma origem grega, uso médico similar). Alemão: 'Anakusis' (mesma origem grega, uso médico similar).
Relevância atual
Termo técnico de alta relevância em audiologia, otorrinolaringologia e fonoaudiologia para descrever a ausência completa de audição. Sua relevância é estritamente profissional e acadêmica.
Origem Grega e Entrada no Latim
Antiguidade Clássica — do grego ἀνάκουσις (anákousis), significando 'falta de audição' ou 'surdez'. Deriva de ἀν- (an-), 'sem', e ἀκοή (akoḗ), 'audição'.
Entrada no Português e Uso Médico
Século XIX/XX — termo médico introduzido no vocabulário científico e clínico para descrever a perda total da audição, em oposição a termos mais gerais como 'surdez'.
Uso Contemporâneo e Digital
Atualidade — termo técnico restrito a contextos médicos e acadêmicos. Raramente usado na linguagem coloquial, onde 'surdez' é o termo predominante.
Do grego an- (privativo) + akousis (audição).