Palavras

angico

Origem tupi 'anãgû'.

Origem

Período Pré-Colonial

Origem Tupi, possivelmente de 'an' (árvore) e 'giko' (forte, resistente), referindo-se a árvores de madeira robusta. (corpus_etimologico_indigenas.txt)

Mudanças de sentido

Período Pré-Colonial - Século XVI

Nome genérico para árvores fortes e resistentes de origem indígena.

Séculos XVII - XIX

Nome específico para árvores do gênero Anadenanthera, com foco em suas propriedades (madeira, goma).

Século XX - Atualidade

Mantém o sentido botânico e econômico, sendo uma palavra formal e dicionarizada. (4_lista_exaustiva_portugues.txt)

Primeiro registro

Século XVI

Registros iniciais de cronistas e viajantes europeus descrevendo a flora brasileira, onde o termo 'angico' já aparece para designar árvores nativas.

Momentos culturais

Séculos XVII - XIX

A madeira de angico foi utilizada na construção colonial e na fabricação de móveis rústicos. A goma era empregada em práticas artesanais e medicinais populares.

Século XX

Menções em estudos botânicos e descrições da flora brasileira em livros e publicações científicas.

Comparações culturais

Inglês: Não há um equivalente direto e único; termos como 'angico tree' ou nomes científicos são usados. Espanhol: Similarmente, usa-se 'angico' ou nomes científicos, sem um termo popular generalizado em espanhol. Outros idiomas: Em francês, 'angico' ou o nome científico. Em alemão, 'Angico' ou o nome científico.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'angico' é formalmente reconhecida e utilizada em contextos botânicos, ecológicos e de exploração sustentável de recursos naturais. Sua relevância está ligada à preservação da biodiversidade e ao conhecimento da flora brasileira. (4_lista_exaustiva_portugues.txt)

Origem Indígena e Entrada no Português

Período Pré-Colonial a Século XVI — A palavra 'angico' tem origem em línguas indígenas do tronco Tupi, provavelmente do termo 'an' (árvore) e 'giko' (forte, resistente), referindo-se a árvores de madeira robusta. Foi incorporada ao vocabulário do português falado no Brasil pelos colonizadores.

Uso Botânico e Econômico

Séculos XVII a XIX — A palavra se consolida no português brasileiro com seu sentido botânico primário, nomeando diversas espécies de árvores do gênero Anadenanthera, valorizadas por sua madeira e pela goma que produzem, utilizada em diversas aplicações artesanais e medicinais.

Uso Contemporâneo

Século XX à Atualidade — 'Angico' mantém seu uso dicionarizado e botânico, sendo uma palavra formal e reconhecida. Sua presença é mais forte em contextos de botânica, silvicultura, artesanato e em regiões onde essas árvores são nativas.

angico

Origem tupi 'anãgû'.

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