anilhagem
Derivado de 'anilhar' + sufixo '-agem'.
Origem
Do latim 'anellus', diminutivo de 'anulus' (anel). O sufixo '-agem' confere o sentido de ação ou resultado.
Mudanças de sentido
O sentido primário de 'ato de anilhar' ou 'o anel colocado' permanece estável, mas o uso se expandiu para contextos científicos e técnicos.
Em ornitologia, a anilhagem é fundamental para o estudo de migração e comportamento de aves. Em outras áreas, pode referir-se à marcação de produtos ou componentes.
Primeiro registro
Presume-se que o uso tenha se consolidado nesse período, com a expansão do vocabulário técnico e administrativo em Portugal e, posteriormente, no Brasil.
Momentos culturais
A anilhagem de aves ganhou destaque em documentários sobre natureza e em publicações científicas voltadas para o público geral, popularizando o termo em seu sentido literal.
Comparações culturais
Inglês: 'banding' (para aves) ou 'ring marking' (geral). Espanhol: 'anillamiento' (aves) ou 'anillado' (geral). O conceito é similar em diversas línguas que derivam do latim ou que adotaram termos técnicos equivalentes.
Relevância atual
A palavra 'anilhagem' é formal e dicionarizada, com uso predominante em contextos científicos (ornitologia, biologia) e técnicos. Sua relevância reside na precisão terminológica para descrever processos de marcação e identificação.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'anellus', diminutivo de 'anulus', que significa anel. O sufixo '-agem' indica ação ou resultado.
Entrada na Língua Portuguesa
A palavra 'anilhagem' surge em português para descrever o ato de colocar um anel ou marca, possivelmente a partir do século XV ou XVI, com a expansão marítima e a necessidade de marcar bens e animais.
Uso Moderno e Contemporâneo
A palavra mantém seu sentido original em contextos técnicos e científicos, como na ornitologia (anilhagem de aves) e em processos industriais. Também pode ser usada metaforicamente para indicar marcação ou identificação.
Derivado de 'anilhar' + sufixo '-agem'.