Palavras

anilina

Do francês 'aniline', possivelmente do árabe 'an-nil' (o índigo).

Origem

Meados do século XIX

Do francês 'aniline', originado do árabe 'al-nil' (índigo), referindo-se ao corante natural. A anilina sintética foi nomeada em alusão ao índigo.

Mudanças de sentido

Meados do século XIX - Início do século XX

Composto químico aromático (C6H5NH2) e corantes sintéticos derivados.

Século XX

Qualquer corante sintético, especialmente para tecidos e cabelo; cores vibrantes e artificiais.

Atualidade

Tinturas de cabelo temporárias; cores muito vivas e artificiais.

No uso popular, 'anilina' pode evocar a ideia de cores intensas e efêmeras, como em tinturas de cabelo que saem com poucas lavagens. O termo técnico para o composto químico permanece, mas o uso coloquial se afastou da sua origem estrita.

Primeiro registro

Final do século XIX

Registros em publicações científicas e industriais em português, refletindo a introdução do composto e seus derivados na química e na indústria.

Momentos culturais

Século XX

A popularização das tinturas de cabelo sintéticas, muitas vezes chamadas informalmente de 'anilina', tornou a palavra comum em discussões sobre moda e beleza.

Comparações culturais

Inglês: 'Aniline' refere-se primariamente ao composto químico e aos corantes derivados, com uso técnico similar ao português. Espanhol: 'Anilina' tem uso idêntico ao português, tanto técnico quanto coloquial para tinturas vibrantes. Francês: 'Aniline' é o termo técnico para o composto químico.

Relevância atual

A palavra 'anilina' mantém sua relevância técnica na química. No uso popular, persiste a conotação de cores sintéticas vibrantes e, por vezes, temporárias, especialmente no contexto de cosméticos e moda.

Origem Etimológica

Meados do século XIX — a palavra 'anilina' deriva do termo francês 'aniline', que por sua vez foi cunhado a partir do árabe 'al-nil', significando 'índigo'. O índigo era um corante azul extraído da planta Indigofera tinctoria, e a anilina, um composto sintético, foi descoberta como um subproduto da destilação do índigo.

Entrada e Uso Inicial no Português

Final do século XIX e início do século XX — a palavra 'anilina' entra no vocabulário científico e industrial do português, referindo-se ao composto químico (C6H5NH2) e aos corantes sintéticos derivados dele. Seu uso era predominantemente técnico e ligado à indústria têxtil e química.

Popularização e Diversificação de Usos

Século XX — com a expansão da indústria de corantes sintéticos, 'anilina' passa a ser associada a uma vasta gama de cores vibrantes, especialmente em tinturas para cabelo e tecidos. O termo começa a ser usado de forma mais coloquial para se referir a qualquer corante sintético ou mesmo a cores intensas.

Uso Contemporâneo

Atualidade — 'anilina' mantém seu significado técnico na química, mas no uso popular, pode se referir a tinturas de cabelo de baixa permanência ('anilina temporária') ou a cores muito vivas e artificiais. A palavra 'anilina' é identificada como uma palavra formal/dicionarizada.

anilina

Do francês 'aniline', possivelmente do árabe 'an-nil' (o índigo).

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