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antinomia-logica

Do grego 'anti' (contra) + 'nomos' (lei) + 'logikós' (lógico).

Origem

Século IV a.C.

Do grego 'antinomia' (ἀντινομία), significando oposição, contradição. 'Logica' deriva do grego 'logikós' (λογικός), relativo à razão ou ao discurso.

Latim

O termo latino 'antinomin' e a influência do grego 'logica' consolidam a expressão em textos filosóficos.

Mudanças de sentido

Antiguidade e Idade Média

Referia-se a conflitos entre leis, princípios ou doutrinas, muitas vezes com conotação teológica ou moral.

Século XVIII

Immanuel Kant utiliza o termo em sua 'Crítica da Razão Pura' para descrever contradições que a razão humana encontra ao tentar compreender o mundo transcendental, as chamadas 'antinomias da razão pura'.

Século XIX - XX

Ganhou um sentido mais técnico e formal na lógica matemática, descrevendo inconsistências dentro de sistemas formais.

Atualidade

Mantém o sentido técnico em lógica e filosofia, mas pode ser usada metaforicamente para descrever situações de conflito de princípios ou regras em outras áreas, como direito ou ética.

Em contextos não estritamente lógicos, pode ser usada para descrever dilemas onde duas regras ou princípios válidos entram em conflito insolúvel, como em certas situações jurídicas ou éticas.

Primeiro registro

Antiguidade Clássica

O conceito de antinomia (ἀντινομία) é discutido por filósofos gregos. A junção com 'lógica' se consolida em textos filosóficos posteriores, com uso documentado em latim a partir da Idade Média.

Momentos culturais

Século XVIII

A obra de Immanuel Kant, 'Crítica da Razão Pura', popularizou o uso do termo 'antinomia' em discussões filosóficas sobre os limites do conhecimento humano.

Século XX

O desenvolvimento da lógica matemática e da teoria dos conjuntos, com trabalhos de Russell, Hilbert e Gödel, trouxe o conceito de antinomia lógica para o centro de debates sobre a consistência dos sistemas formais.

Comparações culturais

Inglês: 'logical antinomy'. Espanhol: 'antinomia lógica'. Francês: 'antinomie logique'. Alemão: 'logische Antinomie'. O conceito é amplamente compartilhado em tradições filosóficas e lógicas ocidentais, com variações mínimas na terminologia.

Relevância atual

Atualidade

A 'antinomia lógica' permanece um conceito fundamental em lógica formal, filosofia da matemática e teoria da computação. Em outras áreas, é usada para descrever paradoxos e conflitos de princípios, mantendo sua relevância como ferramenta analítica para identificar contradições.

Origem Grega e Latim

Século IV a.C. - O termo grego 'antinomia' (ἀντινομία) surge com Zenão de Cítio, significando oposição ou contradição. O latim 'antinomin' adota o conceito, e 'logica' deriva do grego 'logikós' (λογικός), relativo à razão ou ao discurso. A junção 'antinomia logica' aparece em textos filosóficos.

Introdução na Europa e Filosofia

Idade Média e Renascença - A expressão 'antinomia logica' é utilizada em debates filosóficos e teológicos para descrever contradições inerentes a sistemas de pensamento ou à natureza da realidade. Filósofos como Kant exploram o conceito em suas obras.

Formalização na Lógica Moderna

Século XIX e XX - Com o desenvolvimento da lógica formal e matemática, 'antinomia lógica' ganha precisão técnica, referindo-se a contradições dentro de sistemas axiomáticos ou regras de inferência. É um termo central em discussões sobre os fundamentos da matemática e da computação.

Uso Contemporâneo no Brasil

Atualidade - A expressão 'antinomia lógica' é usada em contextos acadêmicos (filosofia, lógica, direito) e, ocasionalmente, em discussões mais amplas sobre paradoxos ou contradições aparentemente insolúveis em diversas áreas do conhecimento.

antinomia-logica

Do grego 'anti' (contra) + 'nomos' (lei) + 'logikós' (lógico).

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