Palavras

anuro-jovem

Composto de 'anuro' (do grego 'anouros', sem cauda) e 'jovem' (do latim 'iuvencus', jovem).

Origem

Século XX

Deriva do grego 'an-' (sem) e 'oura' (cauda), referindo-se à característica morfológica dos anfíbios da ordem Anura. O adjetivo 'jovem' indica o estágio de desenvolvimento.

Mudanças de sentido

Meados do Século XX

Termo estritamente científico e descritivo para anfíbios juvenis da ordem Anura.

Atualidade

Mantém o sentido científico, mas é frequentemente substituído por termos populares como 'girino' em contextos não especializados. → ver detalhes TEXTO_EXPANDIDO

Embora 'anuro-jovem' seja tecnicamente correto para descrever qualquer anfíbio da ordem Anura em seu estágio juvenil (incluindo pós-metamórficos), o uso popular e até mesmo em alguns contextos de divulgação científica tende a se concentrar no estágio larval aquático, para o qual o termo 'girino' é amplamente empregado. 'Anuro-jovem' pode abranger tanto o girino quanto o anfíbio recém-metamorfoseado que ainda exibe características juvenis.

Primeiro registro

Meados do Século XX

Provavelmente em publicações científicas brasileiras de biologia e zoologia, como artigos em periódicos acadêmicos ou capítulos de livros didáticos sobre herpetologia. Sem data exata de primeiro uso documentado em corpus específico.

Representações

Final do Século XX - Atualidade

Aparece em documentários sobre vida selvagem e programas educativos sobre ecossistemas aquáticos e de floresta. Raramente é o foco principal, mas sim parte da descrição de ciclos de vida de sapos, rãs e pererecas.

Comparações culturais

Inglês: 'young anuran' ou 'juvenile anuran'. O termo 'tadpole' é o equivalente popular para a larva aquática. Espanhol: 'anuro joven' ou 'anuro juvenil'. O termo 'renacuajo' é o equivalente popular para a larva aquática. Francês: 'anoure jeune' ou 'anoure juvénile'. O termo 'têtard' é o equivalente popular para a larva aquática.

Relevância atual

O termo mantém sua relevância no meio acadêmico e educacional para a descrição precisa de anfíbios em estágios iniciais de vida. Sua importância reside na clareza científica, embora seja menos comum no vocabulário geral.

Origem Etimológica

Século XX — do grego 'an-'(sem) e 'oura'(cauda), referindo-se à ausência de cauda característica dos anfíbios adultos desta ordem. O termo 'jovem' é um adjetivo comum para indicar estágio inicial de vida.

Entrada na Língua Portuguesa

Meados do século XX — A palavra 'anuro' como termo científico para a ordem de anfíbios sem cauda (sapos, rãs, pererecas) começa a ser utilizada em contextos acadêmicos e de biologia no Brasil. A combinação 'anuro-jovem' surge como um termo descritivo para as larvas ou juvenis desses animais, especialmente em publicações científicas e didáticas.

Uso Contemporâneo

Atualidade — O termo 'anuro-jovem' é predominantemente utilizado em contextos científicos, educacionais e de conservação ambiental. É comum em livros didáticos de biologia, artigos de pesquisa sobre anfíbios, documentários sobre vida selvagem e em materiais informativos de zoológicos e parques naturais. Fora desses círculos, o termo é pouco comum, sendo mais frequente o uso de termos populares como 'girino' para as larvas aquáticas.

anuro-jovem

Composto de 'anuro' (do grego 'anouros', sem cauda) e 'jovem' (do latim 'iuvencus', jovem).

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