Palavras

armarinho

Diminutivo de 'armazém'.

Origem

Século XIV

Do italiano 'armarino', diminutivo de 'arma', originalmente significando um local para guardar armas.

Mudanças de sentido

Séculos XV-XVI

Expansão do sentido para incluir lojas de miudezas e artigos variados, além do sentido original de local de armas.

Séculos XVII-XIX

Consolidação do sentido de 'loja de merceria', vendendo tecidos, linhas, botões e outros artigos de aviamento.

Século XX-Atualidade

Predominância do sentido comercial de loja de aviamentos e artesanato. O sentido de local de armas torna-se secundário e mais restrito a contextos específicos.

A palavra 'armarinho' é identificada como 'formal/dicionarizada' no contexto RAG, indicando sua aceitação e uso estabelecido na língua.

Primeiro registro

Séculos XV-XVI

A entrada da palavra no português ocorre neste período, com a evolução semântica já em curso.

Momentos culturais

Séculos XVIII-XIX

O armarinho era um ponto de encontro social e comercial em muitas comunidades, refletido em descrições literárias da época.

Século XX

A popularização do artesanato e da costura doméstica manteve o armarinho como um estabelecimento relevante.

Comparações culturais

Inglês: 'Haberdashery' (loja de artigos masculinos, incluindo tecidos e acessórios) ou 'Notions store' (loja de miudezas). Espanhol: 'Mercería' (loja de merceria, aviamentos). Francês: 'Mercerie'.

Relevância atual

Atualidade

O termo 'armarinho' mantém sua relevância no comércio de aviamentos, tecidos para artesanato e materiais para costura. Lojas físicas e virtuais continuam a operar sob esta denominação, atendendo a um público que valoriza o 'faça você mesmo' e a customização.

Origem Etimológica

Século XIV - Deriva do italiano 'armarino', diminutivo de 'arma' (armas), referindo-se a um local de guarda de armas. Posteriormente, o sentido se expandiu para 'loja de miudezas'.

Entrada no Português e Evolução

Séculos XV-XVI - A palavra 'armarinho' entra no vocabulário português, mantendo inicialmente o sentido de local de armas e, gradualmente, incorporando o de loja de artigos diversos, especialmente tecidos, linhas e botões. O contexto RAG identifica a palavra como 'formal/dicionarizada'.

Consolidação do Sentido Comercial

Séculos XVII-XIX - O sentido de 'pequena loja de miudezas' se consolida, tornando-se o uso predominante. O armarinho passa a ser um estabelecimento comum em centros urbanos e rurais, vendendo desde tecidos a pequenos objetos de uso doméstico.

Uso Contemporâneo

Século XX-Atualidade - O termo 'armarinho' continua a ser utilizado para designar lojas de artigos de merceria, aviamentos e artesanato. Em paralelo, o sentido original de 'local de guarda de armas' é menos comum no uso cotidiano, mas ainda pode ser encontrado em contextos históricos ou militares.

armarinho

Diminutivo de 'armazém'.

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